sábado, junho 13, 2015

Viajar!

Quando viajo, fico sempre surpreendida ao pensar que posso viver tanto tempo com tão pouca coisa que levo. Apetece-me deitar fora tudo o resto, quando chegar a casa. Descobri agora uma frase maravilhosa e que parte para além de deitar tudo fora:

"Quando viajar, deixe a sua vida em sua casa, na sua aldeia, na sua cidade. É um artefacto inútil."

Isto é mais fácil quando se viaja sozinho e de preferência sem outros conterrâneos por perto.

quarta-feira, junho 03, 2015

Poema de Filipa Leal




Gosto deste poema da Filipa Leal.
Dar voz aos que não têm voz foi algo que sempre me agradou na escrita.

Mas os modernos sena brigo e novos pobres podem ter voz. Ou podem ter tido.

O texto em chinês na foto nada tema ver com o poema.

domingo, maio 03, 2015

Meditar na Cidade




No dia 1 de Maio realizou-se uma meditação pela paz no Terreiro do Paço, também chamado Praça do Comércio. Um evento proposto via Facebook.

Num sítio muito belo duma cidade muito bela.
A ideia é mesmo ficar sentado a meditar em silêncio. E foi assim.
Ficou combinado as pessoas que quiserem irem meditar todos os domingos entre as 18 e as 19 h no Terreiro do Paço.



https://www.facebook.com/events/976474235697682/

segunda-feira, abril 06, 2015

Os pecados muito originais são, de longe, os melhores.

Autor destas palavras? Eu. Por isso vão sem aspas.

terça-feira, março 31, 2015

HAD I the heavens’ embroidered cloths

HAD I the heavens’ embroidered cloths,
Enwrought with golden and silver light,
The blue and the dim and the dark cloths
Of night and light and the half light,
I would spread the cloths under your feet:
But I, being poor, have only my dreams;
I have spread my dreams under your feet;
Tread softly because you tread on my dreams.


W.B. Yeats (1865–1939)

sexta-feira, março 20, 2015

Sinto às vezes necessidade dos longínquos horizontes, como quando se navega por mar

sábado, março 07, 2015

Boa primavera! Que vos guiem as andorinhas

Nestes últimos dias de inverno, sente-se já a primavera em Lisboa.
Pela luz, pelas flores das bordas de rua,
Ainda parecidas, às vezes com as bordas das estradas rurais,
Pelo canto e pelo voo dos pássaros

Pela primavera, pelas flores
Pelas andorinhas

Boa primavera!