domingo, agosto 10, 2014

À Beleza do Mundo




Alguns pássaros, algumas flores, algumas pessoas, mas estas só às vezes...
Talvez estes seres magnificos sejam a prova da existência de Deus.

E também quereria dizer que Deus tem muito bom gosto.


Como esta fantástica ave, Taiwan Blue Magpie.

sexta-feira, agosto 01, 2014

Para a minha mãe





Flor de lótus para a minha mãe, que partiu num dia como este. No verão. 

segunda-feira, julho 21, 2014

A Vida nos Bosques ou Viver nos Bosques



 Waldo ou A Vida nos Bosques - Thoreau


Walden ou A Vida nos Bosques é uma autobiografia do escritor transcendentalista Henry David Thoreau. A obra é considerada, simultaneamente, como uma declaração de independência pessoal, uma experiência social, uma viagem de descoberta espiritual e um manual para a autossuficiência1 .


Texto escrito na foto: 

“I went to the woods because I wished to live deliberately, to front only the essential facts of life, and see if I could not learn what it had to teach, and not, when I came to die, discover that I had not lived. "


Caminho da Mente

“As a single footstep will not make a path on the earth, so a single thought will not make a pathway in the mind. To make a deep physical path, we walk again and again. To make a deep mental path, we must think over and over the kind of thoughts we wish to dominate our lives.”
"Como um único passo não vai fazer um caminho sobre a terra, assim um único pensamento não fará um caminho na mente. Para fazer um caminho físico profundo, andamos de novo. Para abrir um caminho profundo mental, temos de pensar e sobre o tipo de pensamentos que desejamos que dominem nossas vidas."

Henry David Thoreau


sábado, julho 05, 2014

Belo poema Funeral Blues

Stop all the clocks, cut off the telephone,
Prevent the dog from barking with a juicy bone,
Silence the pianos and with muffled drum
Bring out the coffin, let the mourners come. 

Let aeroplanes circle moaning overhead
Scribbling on the sky the message He Is Dead,
Put crepe bows round the white necks of the public doves,
Let the traffic policemen wear black cotton gloves. 
He was my North, my South, my East and West,
My working week and my Sunday rest,
My noon, my midnight, my talk, my song;
I thought that love would last for ever: I was wrong.

The stars are not wanted now: put out every one;
Pack up the moon and dismantle the sun;
Pour away the ocean and sweep up the wood.
For nothing now can ever come to any good.

W. H. Auden


Este belo poema apresenta uma invulgar ironia a propósito da morte e do sentimento de perda. Quase infantil e quase cómica. Mas mostra um sentimento grandioso, absoluto. Preenchendo o Universo.


Tradução encontrada na net, sem indicação de autor


“Pare os relógios, cale o telefone; evite o latido do cão com um osso; emudeça o piano e que o tambor surdo anucie a vinda do caixão, seguido pelo cortejo. Que os aviões voem em círculos, gemendo e que escrevam no céu o anúncio: ele morreu. Ponham laços pretos nos pescoços brancos das pombas de rua e que guardas de trânsito usem finas luvas de breu. Ele era meu Norte, meu Sul, meu Leste, meu oeste. Meus dias úteis, meus finais-de-semana; meu meio dia, meia-noite, minha fala e meu canto… As estrelas não são mais necessárias, apague-as uma por uma. Guarde a lua, desmonte o sol. Despeje o mar e livre-se da floresta. Pois nada mais poderá ser bom como era antes.”
W.H. AudenOutra tradução encontrada na net, sem indicação de autor


Parem os relógios
Cortem o telefone
Impeçam o cão de latir
Silenciem os pianos e com um toque de tambor tragam o caixão
Venham os pranteadores
Voem em círculos os aviões escrevendo no céu a mensagem:
"Ele está morto"

Ponham laços nos pescoços brancos das pombas
Usem os policiais luvas pretas de algodão.

Ele era meu norte, meu sul, meu leste e oeste.
Minha semana de trabalho e meu domingo
Meu meio-dia, minha meia-noite.
Minha conversa, minha canção.

Pensei que o amor fosse eterno, enganei-me.
As estrelas são indesejadas agora, dispensem todas.

Embrulhem a lua e desmantelem o sol
Despejem o oceano e varram o bosque
Pois nada mais agora pode servir.

W.H. Auden

terça-feira, maio 13, 2014

Talvez Deus se veja nas flores silvestres










Como quando, ao fim de muitos anos de agnosticismo, tivesse descoberto Deus debaixo de uma pedra  ou numa pequenina flor selvagem azulada, violeta, rubra. 

Deus está nos pormenores. Talvez Deus esteja nos pormenores. Seria quase ridículo alguém fazer uma combinação belíssima de tons e de formas numa planta em que ninguém repara, nunca. 

Será que Deus é irónico? 

É claro que não. Deus não é semelhante aos humanos. É esse o erro de quase todas as religiões. 

E muitos desistem de procurar Deus, Deuses, Deusas, em organizações religiosas, que nada têm que não seja humano. Demasiado humano.


sábado, abril 12, 2014

Boa Páscoa

Para celebrar a Páscoa, deixo aqui dois pensamentos místicos, um católico e outro Yogui, que prevêem e até promovem, a libertação da mente. E que se complementam, como se um continuasse o outro.

O primeiro, do Papa Francisco



O segundo, de um místico Yogui, Shri Shri Anandamurti“The person whose object of mind is limited, is in bondage. When the object of mind is unlimited, it (the mind) cannot be kept within limitations. Then there is no bondage, but liberation.” Shri Shri Anandamurti

Possível tradução: "A pessoa cujo objeto da mente é limitado, está amarrada. Quando o objeto da mente é ilimitado, ela (a mente) não pode ficar dentro de limites. Nesse caso não há prisão, mas sim libertação".

sexta-feira, março 21, 2014

Natália Correia a cantar



Neste dia da poesia de 2014, muitos partilham no Facebook os mais variados poemas de Natália Correia. Alguns tão difíceis de entender...

Tenho neste blogue, o seu poema que prefiro entre todos


No vídeo, ouvimos Natália a cantar, num tom de brincadeira, uma canção sobtre a Padeira de Aljubarrota. Havia outra sobre a mesma Padeira que também cantava. E muitas açorianas, imitando o sotaque.
era uma pessoa muito engraçada, muito fora deste mundo.