quinta-feira, julho 18, 2013

Memory Barbra Streisand




Midnight
Not a sound from the pavement
Has the moon lost her memory
She is smiling alone
In the lamplight
The withered leaves
Collect at my feet
And the wind begins to moan

Memory
All alone in the moonlight
I can dream of the old days
Life was beautiful then
I remember the time
I knew what happiness was
Let the memory live again

Every street lamp
Seems to beat
A fatalistic warning
Someone mutters
And the street lamp sputters
And soon it will be morning

Daylight
I must wait for the sunrise
I must think of a new life
And I mustn't give in
When the down comes
Tonight will be a memory too
And a new day will begin

Burnt out ends of smoky days
The stale cold smell of morning
A street lamp dies
Another night is over
Another day is downing

Touch me
It is so easy to leave me
All alone with the memory
Of my days in the sun
If you touch me,
You'll understand what happiness is
Look, a new day has begun

segunda-feira, julho 15, 2013

Varinas, ou o que quiserdes








Foto de Jean Dieuzaide

 Cesário Verde in "Sentimento dum Ocidental"


sábado, junho 29, 2013

Babilônia, a Grande, a Mãe das Meretrizes e das Abominações da Terra.


17:1 – Veio um dos sete anjos que têm as sete taças e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas,
17:2 – com quem se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra.
17:3 – Transportou-me o anjo, em espírito, a um deserto e vi uma mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres.
7:4 – Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição.
17:5 – Na sua fronte, achava-se escrito um nome, um mistério: Babilônia, a Grande, a Mãe das Meretrizes e das Abominações da Terra.
..................................................
17:18 – A mulher que viste é a grande cidade que domina sobre os reis da terra.


                                                                                        Apocalipse, Bíblia.

domingo, junho 23, 2013

sábado, junho 15, 2013

VAMOS CORRER COM OS IMBECIS QUE NOS GOVERNAM!

RARAMENTE NOS LEMBRAMOS DE QUE NÃO ESTARMOS DOENTES É UM MOTIVO MAIS DO QUE SUFICIENTE PARA NOS SENTIRMOS FELIZES.

E NÃO SENTIRMOS DORES DEVERIA SER QUANTO BASTA PARA NOS SENTIRMOS FISICAMENTE BEM.

O RESTO? A SITUAÇÃO POLÍTICA?! A REALIDADE PROSAICA? ÀS VEZES NOJENTA? !

SE NOS SENTIMOS BEM, PODEMOS SEMPRE PROTESTAR. REVOLUCIONAR. MUDAR. VAMOS CORRER COM OS IMBECIS QUE NOS GOVERNAM!

sexta-feira, junho 14, 2013

"Casa à beira do lago"



"Casa à beira do lago" da pintora expressionista alemã
Gabriele Munter 1877-1962
"House by the Lake", no original.

sábado, junho 08, 2013

Ver e ouvir para relaxar




Your Life Song - A Poem by Osho - Music from Ragas Relax

sábado, junho 01, 2013

Não acredito na realidade

domingo, maio 12, 2013

Delicadeza interior?


Como é que você concilia as suas ideias de igualdade e fraternidade com as suas opiniões elitistas?

Como é que você concilia as suas ideias tolerantes e anti-racistas com as suas atitudes racistas?

Como é que você concilia o amor incondicional aos animais, com a sua atitude carnívora?

Como é que você concilia o amor incondicional aos animais, com a sua indiferença perante a miséria humana no planeta?

sexta-feira, maio 10, 2013

Dia da Espiga



O amor, o pão, a paz... a beleza... a abundância... a felicidade
É o que simbolizam os elementos deste ramo, chamado Espiga.
É uma tradição lisboeta:
Colocar este ramo na parede e deixá-lo um ano, para dar abundância e felicidade à casa.
Mais fotos no meu outro blogue.

segunda-feira, abril 01, 2013

Abril






Alegoria de Abril, Triunfo de Vénus e pormenor da mesma pintura







sábado, março 23, 2013

Sai Baba



Sai Baba é um grande santo indiano, que fez o sincretismo religioso entre a religião hindu e a muçulmana. Morreu em 1918.

Esta imagem encontra-se por toda a parte na Índia, em pequenos templos nas ruas, em paredes de edifícios, talvez de instituições, etc. Algumas são de porcelana branca ou de mármore branco.

Os discípulos consideravam-no a encarnação do deus Xiva ou de um outro deus menos conhecido. Vários dos seus discípulos são também considerados santos. Não dava valor aos bens perecíveis, vivendo para a espiritualidade.

Tem um mantra próprio (espécie de oração que se diz repetidas vezes) : OM SAI RAM

SAI significa Deus Mãe e RAM  significa Deus Pai.

(Há um outro Sai Baba, que se diz a sua reencarnação, nascido em 1926, falecido em 2011, mas recaem sobre eles muitas suspeitas e acusações, apenas proferidas por americanos e ingleses, pois este último foi venerado no mundo inteiro.)

Enquanto a imagem deste ressuma espiritualidade e bondade, a foto do 2º, facilmente encontrável na net, não tem nada a ver, nem se parece nada. Mas vivemos num tempo em que os poucos que são admirados, são logo postos na lama por alguns jornalistas. 

terça-feira, março 19, 2013

Bulhão Pato

Nome muito conhecido da culinária, sobretudo pelas deliciosas ameijoas a que deu o nome, Bulhão Pato  foi também um muito conhecido, no seu tempo, poeta romântico, hoje um tanto esquecido.

Talvez injustamente.



O frio aumenta. Já silva,
Às refregas, o aquilão!
Nem no valado uma silva,
Para o cabrito saltão!
Atrás da vaca a novilha,
Já não pula na lezíra!
A mãe não sustenta a filha
Que o leite se lhe exaurira!
O boi bravo, na campina
Erguendo a fronte, pareçe
Que à Providência Divina,
Mugindo faz uma prece!
E até se dirá que tem,
Claramente, proferido
O próprio nome da mãe,
No doloroso mugido!
Sempre coisas misteriosas
Nas mais triviais verdades!…
Porque são joviais as rosas,
E tão tristes as saudades?
Canta, à tarde, um passarito —
E aquele singelo idílio,
Quem lho inspirou, do infinito,
Como um poema a Virgílio?
Trezentos mil eruditos,
Bem debruados de ateus,
Pondo esforços inauditos,
Não deitam abaixo Deus!
*

E este poema sobre a caça, intermédio entre um poema e a vontade de comer, ou mesmo cozinhar "a criação", com a Conceição.



Na jardia e no souto, a entrada não foi grande;
Nem um pombo trocaz a procurar a glande!
Porém não falta ensejo,— até à Conceição,
Para entrada real, é próspera a sazão!
Agora palestrar, em volta da lareira,
Ao grato crepitar dos tors da azinheira!
Aperta, lá por fora, o límpido nordeste;
Caça de arribação gosta do tempo agreste.
Com sessenta e mais quatro, e quatro bem contados,
Inda rompo com alma os matagais fechados!
Quero que encham ver amanhã, praguentos,
Como bate o montado, a minha Tullia, a ventos!

segunda-feira, março 18, 2013

Chris Antemann




A obra de Chris Antemann é, no mínimo, surpreendente.
Como podemos ver aqui.
Política, feminista, feminina, põe em causa a relação entre as pessoas, sobretudo entre as mulheres, questionando-as.

A incrível peça da foto 2 é cheia de detalhes. Ambíguos. E a pergunta: será que a rapariga tem alguma intenção (secreta), ou apenas deseja tomar chá com as amigas?


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