quinta-feira, agosto 16, 2012
India
Veem se muitos passaros em toda a parte e tambem dentro dos templos a cantar. Entram e saem quando lhes apetece. Nao tem tanto medo das pessoas como os passaros dos outros paises.
sábado, agosto 11, 2012
Surpresa no blogue: esperem!
Para os apreciadores deste blogue, haverá uma surpresa a partir do dia 14 de Agosto, o mais tardar.
Passem por aqui.
Ciao Amori!
Ciao Amori!
domingo, agosto 05, 2012
quarta-feira, agosto 01, 2012
Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos
Para a minha mãe, que morreu, faz hoje demasiados anos. Muitas pessoas conheço melhor e há muito mais tempo do que a conheci. Gostava de animais, era bondosa... como a personagem aqui referida. Pouco mais sei...
"Que o pai seja pelo menos o universo / e a mãe seja, no mínimo a terra" como diz a canção O Amor de Caetano Veloso.
sábado, julho 28, 2012
Férias
A deliciosa solidão e a maravilhosa despreocupação das férias.
Não ser obrigado a aturar ninguém, por muito que amemos aqueles que aturamos.
Não ter nada para fazer...
Mas talvez este dolce far niente só seja bom se for temporário.
domingo, julho 22, 2012
O tempo que escorre
A recordação dos dias intensamente vividos, incluindo aqueles em que procuramos ativamente a beleza, permite-nos suportar o tempo que escorre
(Foto tirada a bordo do navio (lugre) Príncipe Perfeito. Tall Ship Race - Lisboa 2012)
(Foto tirada a bordo do navio (lugre) Príncipe Perfeito. Tall Ship Race - Lisboa 2012)
Chegar a casa
Estes grandes navios à vela fazem sonhar ... sonhar com nada, sonhar com tudo
Sonhar com a partida para longes terras, sonhar viver para sempre sobre as águas.
(Foto tirada a bordo do navio (lugre) Príncipe Perfeito. Vê-se o navio escola Sagres a ser ultrapassado por outro. (Tall Ship Race - Lisboa 2012))
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quarta-feira, julho 18, 2012
Afecto às Catenárias
Creio que foi o ser humano que inventou a meiguice, as expressões do afeto.
E que as transmitiu aos animais domésticos.
Que as transmitiram uns aos outros e ainda aos animais não domésticos.
Mas o único defeito do amor é essa tendência para domesticar tudo e todos: amantes e amados...
E vice-versa.
Nadinha, ou seja, Graciete Nobre
Como se nota, claramente, na foto.
P.S.: Afecto às Catenárias: expressão relativa aos comboios. Significa que algo está exclusivamente destinado às catenárias (aqueles fios elétricos que vemos por cima das carruagens). Pode ser uma carruagem destinada a consertar as peças, ou assim, etc. Pelo novo acordo ortográfico, tudo se mantém: afeto às catenárias.
E que as transmitiu aos animais domésticos.
Que as transmitiram uns aos outros e ainda aos animais não domésticos.
Mas o único defeito do amor é essa tendência para domesticar tudo e todos: amantes e amados...
E vice-versa.
Nadinha, ou seja, Graciete Nobre
Como se nota, claramente, na foto.
P.S.: Afecto às Catenárias: expressão relativa aos comboios. Significa que algo está exclusivamente destinado às catenárias (aqueles fios elétricos que vemos por cima das carruagens). Pode ser uma carruagem destinada a consertar as peças, ou assim, etc. Pelo novo acordo ortográfico, tudo se mantém: afeto às catenárias.
terça-feira, julho 03, 2012
Festa da Lua Cheia
Hoje é a lua cheia de Julho. Três de Julho. celebrada no oriente como o festival Guru Purnima, festejado em todas as comunidades hindus e budistas!
Como se vê neste blogue.
Como se vê neste blogue.
sábado, junho 30, 2012
Encontro
Procurei por ti em Siracusa, sabendo embora que não me encontrarás, ainda que percorras a terra inteira à minha espera.
Procurei por ti em Kalahari, sabendo embora que não me encontrarás, pois foi o tempo que nos desencontrou.
Espero por ti nos desertos, nos mares e nas cidades, sem desistir...
O tempo nos separa, o tempo nos encontra, talvez, o tempo nos junte no futuro...
Graciete Nobre
Procurei por ti em Kalahari, sabendo embora que não me encontrarás, pois foi o tempo que nos desencontrou.
Espero por ti nos desertos, nos mares e nas cidades, sem desistir...
O tempo nos separa, o tempo nos encontra, talvez, o tempo nos junte no futuro...
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sexta-feira, junho 29, 2012
Orquídeas: O mundo é grande e vário
O mundo é grande e vário.
Surpreendemo-nos com o que às vezes nos parece outra coisa. Como é o caso desta orquídea: "Orquídea Cara de Macaco", Monkey Face Orchidy.
AQUI
AQUI
Por que razão existe neste planeta uma orquídea que parece a cara de um macaco? Por que razão estas semelhanças podem aparecer agora, com a Internet e vulgarizar-se com as redes sociais?
POr que razão somos nós os primeiros a podermos maravilhar-nos como esplendor da criação?
Há uma personagens de livros policiais, Nero Wolf, mais conhecido do que o seu autor, Rex Stout, que ama orquídeas e que passa uma grande parte do dia a cultivá-las na sua estufa privada, ao mesmo tempo que vai pensando na solução dos seus enigmas. Podemos compará-lo com Sherlock Holmes, também mais conhecido do que o seu autor, Conan Doyle, procurando no violino a fuga da realidade. Porque na sua realidade, o mal é constante e é preciso esquecê-lo para se poder perseguir o bem.
domingo, junho 24, 2012
Os monges budistas e os tigres
Já aqui, neste blogue, tínhamos referido este Templo Budista na Tailândia, mas ainda só em fotografia
Vêem-se agora vídeos. Repito o que escrevi nesse antigo post:
Vêem-se agora vídeos. Repito o que escrevi nesse antigo post:
Quando os monges católicos conseguirem fazer isto, eu reconverto-me ao catolicismo Até lá...
O Tigre e o Monge é um filme brasileiro sobre o assunto.
sexta-feira, junho 22, 2012
bom verão
ontem foi o solstício de verão. feliz verão para todos voces.
foto de passeio noturno no parque natural do monsanto, para comemorar o solstício.
de onde se ve, ao fundo, a ponte25 de abril e o cristo-rei
quarta-feira, junho 06, 2012
Gosto deste filme, e em particular da versão italiana. Os italianos têm esta parte gira de terem os filmes cantados para eles na sua língua. La bella lengua di Dante. Que é esta versão aqui presente.
Como, por analogia, diríamos nós, a "chata língua de Camões". Em Portugal, é chato tudo o que não é óbvio e, para muitos de nós, é ainda mais chato tudo o que é aparentemente evidente.
A "bela língua de Camões" não dá para falar de patetices.... muitas palavras indicam conceitos e todos os conceitos implicam um nadinha de raciocínio...
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terça-feira, junho 05, 2012
Sarah Bernhardt
Tão mítica no teatro como Maria Callas o foi na ópera, mas anterior, eis aqui a atriz Sarah Bernhardt.
Neste vídeo, o som foi gravado com um fonógrafo de cilindro.
Especializou-se em papéis de travesti (Hamlet, Pelléas), apesar da sua "Voz de Ouro", muito feminina, como se ouve aqui, a representar La Samaritaine de Edmond Rostand.
Amputada da perna direita aos 71 anos, continua a representar em cadeira de rodas, recusando usar próteses.
Por semelhança com o Père Lachaise (do cemitério parisiense com o mesmo nome, onde jaz sepultada), e por representar em cadeira de rodas, algo inédito), passa a ser tratada, ironicamente, por Mère La Chaise.
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sexta-feira, maio 25, 2012
Por Kiri Te Kanawa
O mio babbino caro,
mi piace, bello bello,
vo andare in Porta Rossa
a comperar l'anello!
Si, si, ci voglio andare!
E se l'amassi indarno,
andrei sul Ponte Vecchio
ma per buttarmi in Arno!
Mi struggo e mi tormento,
O Dio! Vorrei morir!
Babbo, pietà , pietà !
Babbo, pietà, pietà !
E pela indescritível Maria Callas
Da ópera opera Gianni Schicchi (1918), de Giacomo Rossini.
quinta-feira, maio 17, 2012
IMPROVISO de Natália Correia
Um amigo meu, ou antes, alguém que ficou meu amigo depois disto, José Daniel Soares Ferreira, colocou no meu Facebook a cópia que fez este disco de vinil, Improviso, com poemas de Natália Correia, declamados pela própria.
Nem eu conhecia isto, nunca sequer tinha ouvido falar.
Mas, pelo minuto 20, talvez um nadinha antes, está um dos meus poemas preferidos, ou talvez o meu preferido, desta autora.
Intitula-se "Núpcias Químicas" e está neste mesmo blogue
AQUI
P.S.: Este conceito de "Núpcias Químicas" relaciona-se com a alquimia e também com outros rituais iniciáticos.
O lado espiritual e iniciático da obra de Natália ainda não está estudado, mas, em breve, vou colocar no Kindle a tese que fiz sobre a sua poesia, desenvolvendo este e outros aspetos, totalmente desconhecidos.
Estive para a publicar há vários anos, mas acabei por não assinar o contrato com o editor, que me deu cabo da paciência, do juízo e do tempo que perdi com isso.
Se me arrependi? Não. O tempo mudou, tudo mudou, eu mudei. A Natália não.
Um dos motivos para este e outros documentos não serem conhecidos é a clandestinidade a que foi votada grande parte da obra de Natália Correia e da obra dos seus amigos.
O grande problema da ditadura salazarista, neste e noutros casos culturais é o não distinguir o bom, do mau, do assim assim, do medíocre. De facto, depois do 25 de Abril, quem tivesse uma obra clandestina e censurada, era considerado bom ou ótimo, dependendo do engagement político. Tal como foram esquecidos e ignorados alguns autores que eram a favor ou simplesmente não eram contra Salazar.
- Tudo isto parece mau ??? - pergunta a Nadinha...
- Só porque ainda não perceberam que agora é pior... - responde a Nadinha.
Agora, publicam-se, vendem-se aos molhos e propagandeiam-se aos molhos os livros que sejam populares e comerciais, sem qualquer respeito pela própria literatura que assim se limita à sua função de contar histórias. histórias que estejam na moda.
Ouvi a Natália Correia, intransigente defensora da cultura e em particular da cultura portuguesa, como muitos amigos a ouviram, dizer assim:
- Vêm aí tempos muito maus no aspeto cultural. Espero já não viver nesse tempo!
Morremos quando estamos fartos? Creio que sim.
Assinado: Nadinha
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sábado, maio 12, 2012
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