Caminante, son tus huellas
el camino, y nada más;
caminante, no hay camino,
se hace camino al andar.
Al andar se hace camino,
y al volver la vista atrás
se ve la senda que nunca
se ha de volver a pisar.
Caminante, no hay camino,
sino estelas en la mar.
Recebi este comentário neste blogue, pedindo informações sobre navios:
"OI Nadinha!quero parabenizar pelo lindo trbalho que faz, Por nos mostrar coisas maravilhosas.Guando ví o navio Sierra Morena chorei de saudades,porque foi nele que vieram meus pais de Portugalp/o BRASIL EM 1924.SEI QUE GOSTA DE PESGUISAR SOBRE O MAR.PODERIA ME AJUDARA ONDE POSSO ENCOTRAR A LISTA DE PASSGEIROS QUE VIERAM NESSE NAVIO.E O NAVIO MOSSELA QUE T/VEIO DE PT,P/O BRASIL EM 1927+-?ADORÁRIA VÊR UMA FOTO." Obrigada, parabéns, Bernadete
Respondi agradecendo. O Luís Miguel Correia deve saber, tem blogues sobre o mar. Tenho um link para o Ships and he Sea no meu outro blogue. Talvez mais alguém queira comentar...
Obra de Giuseppe Pellizza da Volpedo, é considerada um símbolo do século XX pela luta dos trabalhadores e pela técnica pictórica. Artista neo-impressionista e divisionista.
Que o caminho seja brando a teus pés,
O vento sopre leve em teus ombros.
Que o sol brilhe cálido sobre tua face,
As chuvas caiam serenas em teus campos.
E até que eu de novo te veja,
que os Deuses te guardem nas palmas de Suas mãos OU (outras versões)
Que a estrada se abra à tua frente,
que o vento sopre levemente em tuas costas,
que o sol brilhe morno em e suave em tua face,
que a chuva caia de mansinho em teus campos.
E até que nos encontremos de novo...
Que os Deuses te guardem, na palma das suas mãos.
Que as gotas da chuva molhem suavemente o seu rosto,
que o vento suave refresque seu espírito,
que o sol ilumine seu coração,
que as tarefas do dia não sejam um peso nos seus ombros,
e que Deus envolva você no seu manto de amor.
Addio Lugano bella
o dolce terra pia
scacciati senza colpa
gli anarchici van via e partono cantando
con la speranza in cor.
E partono cantando
con la speranza in cor. Ed è per voi sfruttati
per voi lavoratori
che siamo ammanettati al par dei malfattori
eppur la nostra idea
è solo idea d'amor.
Eppur la nostra idea
è solo idea d'amor. Anonimi compagni
amici che restate
le verità sociali
da forti propagate
è questa la vendetta
che noi vi domandiam.
E questa la vendetta che noi vi domandiam. Ma tu che ci discacci
con una vil menzogna
repubblica borghese
un dì ne avrai vergogna
noi oggi t'accusiamo
in faccia all'avvenir.
Noi oggi t'accusiamo
in faccia all'avvenir. Banditi senza tregua
andrem di terra in terra
a predicar la pace
ed a bandir la guerra
la pace per gli oppressi
la guerra agli oppressor.
La pace per gli oppressi
la guerra agli oppressor. Elvezia il tuo governo
schiavo d'altrui si rende
d'un popolo gagliardo
le tradizioni offende
e insulta la leggenda
del tuo Guglielmo Tell.
E insulta la leggenda
del tuo Guglielmo Tell. Addio cari compagni
amici luganesi
addio bianche di neve
montagne ticinesi
i cavalieri erranti
son trascinati al nord.
E partono cantando
con la speranza in cor.
(Canção anarquista italiana, música popular toscana de autor anónimo, letra de Pietro Gori, 1895)
Esta é quase a única frase que se destaca nesta ária de Laurie Anderson, do seu álbum e filme "The home of the brave". O verso que dá título à obra é retirado do hino dos Estados Unidos da América, the home of the brave. É uma das minhas cantoras favoritas. Ou a favorita. Laurie Anderson
Gosto de cantar enquanto nado de costas. Canções sobre o mar. Fica um nadinha desafinado por falta de fôlego. Se for de bruços é pior... Le long du quai les grands bateaux / que la houle incline en silence...
segunda-feira, agosto 01, 2011
Talvez seja eu a morta. E tu ao lado Não tenhas mãos para me abrir a porta Nem haja porta se te sinto ao lado.
Natália Correia
segunda-feira, julho 25, 2011
Fecho os olhos e vejo os imensos oceanos azuis, infinitos no seu extenso vazio Sonho-os também na noite, quando nenhum barco acordado os povoa de humanidade E atravessando o tempo da terra Dum lado a intensa luz, do outro a escuridão Ponte incandescente ou passagem sinistra entre o dia de hoje e o dia de amanhã
Enquanto nós prosseguíamos a nossa viagem pela terra Tão ausentes de nós mesmos...
Os camelos tinham sede, o sal sobrava na nossa pele e na nossa boca Como se só existisse a terra E o deserto
A Nadinha é a minha pseudo-heterónima. É a protagonista das minhas viagens marítimas, as reais e as sonhadas.
Quanto a mim, considero-me uma neófita na vida e em tudo.
Todos os textos e fotos aqui apresentados, ou são originais, ou é indicado o seu autor.