sexta-feira, setembro 03, 2010
Amarrações
quinta-feira, setembro 02, 2010
Minha peça de teatro
quarta-feira, setembro 01, 2010
terça-feira, agosto 31, 2010
sábado, agosto 28, 2010
sexta-feira, agosto 27, 2010
quinta-feira, agosto 26, 2010
Navegação
quarta-feira, agosto 25, 2010
Lua Cheia


A Oriente, a lua, nascendo. A nordeste, a lua. A Norte a Europa, Ao sul, a África. Breve momento de passagem.
Fecham-se-me os olhos doridos e cansados de terem visto tanta beleza e tanta luz.
(Estreito de Gibraltar, lado Norte, Europa)
terça-feira, agosto 24, 2010
segunda-feira, agosto 23, 2010
segunda-feira, agosto 09, 2010
Solidão
Friedrich Nietzsche
quinta-feira, agosto 05, 2010
Pôr-do-sol de Verão, visto de Lisboa
terça-feira, agosto 03, 2010
Serenata de Schubert
domingo, agosto 01, 2010
A Masseira Sombria

sexta-feira, julho 30, 2010
Lágrimas do Oceano
domingo, julho 25, 2010
Luar Sagrado
sábado, julho 24, 2010
Impressões
quarta-feira, julho 21, 2010
A Lua Cheia
terça-feira, julho 20, 2010
Le Vieux Moulin
| Au fond de la vallée du fleuve, l'eau calme doux et tranquille qui nous attend Toujours court, légèrement lieu caché de la paix Willow bourgmestre laisse que la pente de l'eau sur votre chemin dans un hommage solennel. Pour y accéder il faut descendre la colline: Gorse, ronces, orties émeraude, gratter bruts dans la peau. Ne passez pas, disent-ils. Ne cherchez pas le chemin Brook est un mystère que vous ne doit pas divulguer Dos à dos - disent-ils - Stop! La pleine lune éclaire doucement le ruisseau caché de passage à l'ombre des grands arbres qui entourent Stop parmi les saules petite crique Retourne à la lune au clair de lune hommage silencieux à la terre liquide univers vide Le moulin abandonné rappelle d'autres temps déjà. |
quinta-feira, julho 15, 2010
Poema de Sophia
"Nunca mais
A tua face será pura, limpa e viva
Nem o teu andar como onda fugitiva
Se poderá nos passos do tempo tecer.
E nunca mais darei ao tempo a minha vida.
Nunca mais servirei Senhor que possa morrer."
Sophia de Melo Breyner Andresen
segunda-feira, julho 12, 2010
Provérbio chinês
sábado, julho 10, 2010
Todos os tempos
quarta-feira, julho 07, 2010
A seda azul dos dias
Muitos dormem!
quinta-feira, julho 01, 2010
Que pássaro será este?
sábado, junho 26, 2010
Colibris (Beija-Flores) no Ninho
Este vídeo mostra dois pequenos colibris no ninho, num jardim, até aprenderem a voar e desaparecerem para sempre. É acompanhado de música muito suave.
terça-feira, junho 22, 2010
Pássaro Cardeal (Cardinal): o anúncio da Primavera noutras paragens
Para nós, são as andorinhas que trazem a Primavera, o que mostra a importância que damos aos pássaros, ainda quando não parece. Mas as andorinhas são aves discretas.domingo, junho 20, 2010
Liberdade / Liberty
"Please Use Your Liberty to Promote Ours" Aung San Suu Kyi "
Tradução: "Por favor, usem a vossa liberdade para promover a nossa"
Isto é algo que podemos fazer com a nossa liberdade. Promover (ou despromover) a liberdade dos outros.
sábado, junho 19, 2010
L'amour
"L'amour participe de l'âme même. Il est de même nature qu'elle. Comme elle il est étincelle ...
L'amour est une respiration céleste de l'air du paradis." Les Misérables, VICTOR HUGO
Muito se escreve hoje sobre o amor, não já apenas o amor entre duas pessoas, como até aqui, mas o amor universal. Como o define Dante Alighieri: "O amor que move o sol e as outras estrelas". "L'amor che muove il sole e l'altre stelle"
A atracção universal, o amor de que tanto se fala hoje, mas que foi já intuído pelos grandes pensadores do passado.
quinta-feira, junho 17, 2010
Novidade
sábado, junho 12, 2010
sexta-feira, junho 11, 2010
TRIPLO V
quinta-feira, junho 10, 2010
Todos os navios
segunda-feira, junho 07, 2010
Gralhas!
quarta-feira, junho 02, 2010
Limpar as águas
É uma meditação para limpar (curar) as águas do Golfo do México, poluídas por uma maré negra.
domingo, maio 30, 2010
A chama que lava
Luz violeta: a chama que lava.
Isto é para meditar, isto é, para ouvir tranquilamente, como se acreditasse no que diz...
quinta-feira, maio 27, 2010
quarta-feira, maio 26, 2010
L'amor che muove il sole e l'altre stelle
sexta-feira, maio 21, 2010
Sintra: a pedra e a carne
“Vou passar a noite a Sintra por não poder passá-la em Lisboa,
"Mas, quando chegar a Sintra, terei pena de não ter ficado em Lisboa.
Sempre esta inquietação sem propósito, sem nexo, sem conseqüência,
Sempre, sempre, sempre,
Esta angústia excessiva do espírito por coisa nenhuma,
Na estrada de Sintra, ou na estrada do sonho, ou na estrada da vida..."
Fernado Pessoa “ Ao volante do Chevrolet pela Estrada de Sintra”
Confesso que partilho com o Tio Fernando esta inquietação a respeito do sonho e a respeito da estrada deserta. E a respeito de quase tudo, mas não a respeito de Sintra nem de Lisboa, que amo.
E sobretudo a respeito de conduzir um Chevrolet. Ou qualquer outra viatura.
Tenho amigos virtuais altamente ecológicos, mas não tão ecológicos que não conduzam um automóvel, como eu (ao contrário de mim), que não conduzo nenhuma coisa com rodas, excepto uma bicicleta com rodas.
E tenho amigos e/ou/ conhecidos que conduzem automóveis de certas marcas, julgando que alguém os ama por isso.
Eu e eles temos isto em comum: eu já desisti, por incapacidade, talvez, de conduzir uma viatura, eles já desistiram, por incapacidade talvez, de serem amados por aquilo que não está na coisa com rodas e motor. Nem na marca.
Eu e eles pedimos a reforma por invalidez: eu nas coisas com rodas, eles no amor propriamente dito. Eu no amor só a quatro mãos... eles no amor só a quatro rodas.
Mas…O que é o amor?! - Essa (Eça) é outra questão.
É melhor falarmos de Sintra.
domingo, maio 16, 2010
O Tempo das Cerejas (outra vez)
Et gai rossignol et merle moqueur
Seront tous en fête.
Les belles auront la folie en tête
Et les amoureux du soleil au coeur
Quand nous chanterons, le temps des cerises
Sifflera bien mieux le merle moqueur.
Mais il est bien court le temps des cerises
Où l'on s'en va deux cueillir en rêvant
Des pendants d'oreilles,
Cerises d'amour aux robes pareilles
Tombant sous la feuille en gouttes de sang.
Mais il est bien court le temps des cerises
Pendant de corail qu'on cueille en rêvant.
Quand vous en serez au temps des cerises
Si vous avez peur des chagrins d'amour
Evitez les belles!
Moi qui ne crains pas les peines cruelles
Je ne vivrai point sans souffrir un jour.
Quand vous en serez au temps des cerises
Vous aurez aussi des peines d'amour.
J'aimerai toujours le temps des cerises
C'est de ce temps là que je garde au coeur
Une plaie ouverte.
Et Dame Fortune en m'étant offerte
Ne pourra jamais fermer ma douleur,
J'aimerai toujours le temps des cerises
Et le souvenir que je garde au coeur.
Couplet ajouté pendant la guerre de 1871
Quand il reviendra le temps des cerises
Pendores idiots magistrats moqueurs
Seront tous en fête.
Les bourgeois auront la folie en tête
A l'ombre seront poètes chanteurs.
Mais quand reviendra le temps des cerises
Siffleront bien haut chassepots vengeurs.
terça-feira, maio 11, 2010
sábado, maio 08, 2010
quinta-feira, maio 06, 2010
Cajuína
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz não se nos ilumina
Tampouco turva-se a lágrima nordestina
Apenas a matéria vida era tão fina
E éramos olharmo-nos intacta retina
A cajuína cristalina em Teresina
sexta-feira, abril 30, 2010
Pássaros, navios e muito mais...

Bernardette, respondo-lhe aqui. Clicar por cima
Aqui está um enigma.










