quarta-feira, março 09, 2011

TRANSFORMAR A TRISTEZA EM INDIGNAÇÃO

segunda-feira, março 07, 2011

Como se colocam os navios na água

Este vídeo mostra como se colocam os navios na água

terça-feira, março 01, 2011

Mirabai: poetisa e santa indiana da Idade Média








«Ajoelho-me perante ti
Bihari A tua coroa é
de penas de pavão e o tilak
brilha na tua fronte
Ondulam os pendentes de oiro
nas tuas orelhas e os negros
anéis dos teus cabelos
Quando tocas flauta
deixas desassossegado
o coração das mulheres
de Braj Ao contemplar-te
Mira desfalece»
in A Phala, Jul-Out 2009


I Am Mad(FOR LORD KRISHNA)

I am mad with love
And no one understands my plight.
Only the wounded
Understand the agonies of the wounded,
When the fire rages in the heart.
Only the jeweller knows the value of the jewel,
Not the one who lets it go.
In pain I wander from door to door,
But could not find a doctor.
Says Mira: Harken, my Master,
Mira's pain will subside
When Shyam comes as the doctor.

- Mirabai

sábado, fevereiro 19, 2011

Fitzcarraldo



Encontrei no Youtube este excerto do filme Fitzcarraldo de Werner Hertzog, cuja acção decorre na Amazónia, no tempo de Caruso.

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

Glória ao Egipto








Glória ao Egipto Giuseppe Verdi

É uma revolução bonita: um rapaz que se imolou pelo fogo iluminou o mundo com a sua luz.
(1º Vídeo: Gloria all' Egitto - Coro y Marcha Triunfal).

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

Poesia de Pablo Neruda

terça-feira, janeiro 25, 2011

Previsões astrológicas para 2011

Previsões astrológicas para 2011

Encontrei este sítio, que faz uma explicação longa, completa e minuciosa da posição dos planetas ao longo do ano. Nunca vi nada assim. E as previsões não parecem ser más...

segunda-feira, janeiro 24, 2011

La Wally


Esta é uma das minhas árias preferidas de uma das minhas óperas preferidas.
La Wally de Alfredo Catalani
Ária Ebben? Ne andrò lontana
Inspirei-me nela para escrever o texto "A Estalagem", uma tragédia.
Letra da ária
  Ebben? Ne andrò lontana,
  Come va l'eco della pia campana,
  Là, fra la neve bianca;
  Là, fra le nubi d'ôr;
  Laddóve la speranza, la speranz
  È rimpianto, è rimpianto, è dolor!


  O della madre mia casa gioconda,
  La Wally ne andrà da te, da te
  Lontana assai, e forse a te,
  E forse a te, non farà mai più ritorno,
  Nè più la rivedrai!
  Mai più, mai più!
Ne andrò sola e lontana,
Come l'eco è della pia campana,
Là, fra la neve bianca;
Ne andrò, ne andrò sola e lontana!
E fra le nubi d'ôr!

sexta-feira, janeiro 21, 2011

Blogue

Existem às vezes situações nos blogues que não entendo. Será que alguém me pode explicar por que razão andam agora muitas pessoas de várias regiões a ler o post

A Masseira Sombria ?

Que escrevi em 1 de agosto de 2010?
Em Lisboa, em Viseu, nos Estados Unidos... será que enviaram emails uns aos outros?

segunda-feira, janeiro 17, 2011

Santa Clara de Assis e São Francisco de Assis



Como este blogue trata às vezes de santos, aqui fica um excerto do filme sobre Santa Clara de Assis e São Francisco de Assis, do filme de Franco Zefirelli


Brother Sun Sister Moon

Traduzido seria "Irmão sol, irmã lua", mas a versão portuguesa intitula-se São Francisco de Assis.
Alguém conhece um filme sobre a vida de um santo, intitulado O Sal da Terra? Talvez italiano, europeu...

sábado, janeiro 15, 2011

Mar


Mar

quarta-feira, janeiro 12, 2011

sexta-feira, janeiro 07, 2011

"Caem co’a calma as aves" Sá de Miranda


Aqui temos também aves  a caírem, neste soneto do Sec. XVI, não por causa do frio, mas por causa do calor, numa estação que costuma ser fria.
Será que as mudanças climáticas só aconteceram agora e por nossa culpa? Leiamos!


O sol é grande, caem co’a calma as aves,
do tempo em tal sazão, que sói ser fria;
esta água que d’alto cai acordar-m’-ia
do sono não, mas de cuidados graves.

Ó cousas, todas vãs, todas mudaves,
qual é tal coração qu’em vós confia?
Passam os tempos vai dia trás dia,
incertos muito mais que ao vento as naves.

Eu vira já aqui sombras, vira flores,
vi tantas águas, vi tanta verdura,
as aves todas cantavam d’amores.

Tudo é seco e mudo; e, de mestura,
Também mudando-m’eu fiz doutras cores:
E tudo o mais renova, isto é sem cura!


Sá de Miranda


É um dos mais belos poemas do autor e, sem dúvida, o mais estranho. No Sec. XVI, o tema da mudança parecia tão moderno como nos parece hoje. Tudo muda, até mesmo o clima. Mas, em vez do nosso sentimento de culpa, exprime-se talvez uma sensação de impotência...
Mas, as aves cantando de amores, apesar de caírem, talvez nos passem despercebidas. Talvez porque o tempo delas não parece ser o nosso.

quarta-feira, janeiro 05, 2011

Às vezes, ao ver o pôr-do-sol da minha janela, imagino que estou no alto-mar a ver o sol a pôr-se sobre terra.
Imagino que estou noutra janela, enquanto, no alto-mar, me sonho noutra terra, vendo os navios por entre as cortinas.

sábado, janeiro 01, 2011

FELIZ ANO NOVO!!!


O ano nasceu assim, em Lisboa.
A segunda fotografia retrata os últimos minutos de 2010, Ano Velho e a primeira, os primeiros segundos de 2011, Ano Novo. Vida Nova.
Felicidades.

terça-feira, dezembro 28, 2010

O lobo e o cordeiro... amizade improvável





Esta é uma mensagem de amizade. 
Mas a amizade e o amor não são diferentes.
Seres diferentes de diferentes espécies podem amar-se amigavelmente
Podem ser amigos amoravelmente
Como este veado e este gato... conseguindo ajustar os corpos que não foram feitos para se ajustarem...
Como nós. Amigos virtuais e desconhecidos.


Esta é uma mensagem de Natal, de Ano Novo e de Todos Os Dias
Para vocês.

( A imagem era nítida, mas apagou-se com o tempo)

sexta-feira, dezembro 24, 2010

terça-feira, dezembro 21, 2010

Bom Inverno!

Começa hoje o Inverno, mas todos os tempos são belos. E bons.
É bom ficar à lareira a olhar o fogo, a mexer no lume... a sonhar, a beber algo quente...
É bom estar numa cama quentinha... muito quentinha, a ouvir a chuva torrencial a cair no telhado...
As madrugadas geladas e chuvosas fazem-nos apreciar melhor o mês de Maio, desejar o tempo das cerejas, o futuro.
Bom Inverno!
E para os brasileiros: Feliz Verão.

domingo, dezembro 19, 2010

Dez Mil Guitarras

Acabo de comprar um livro que deve ser giríssimo, Dez Mil Guitarras um romance histórico de Cathérine Clément, uma das melhores do género, sobre... adivinhem o quê....
Alcácer Quibir.  Depois conto.
A despropósito: ouvi dizer muito bem sobre o fime Laços Brancos que passou há pouco no cinema e reparei que está a dar no TV  Cine. Vi um bocado. Tem um tipo de violência psicológica que faz lembrar Fassbinder e imagens lindas de morrer. Longe daquela ingenuidade americana, bang, bang, bang...

Segunda impressão: o livro é um pouco chato, tal como um que li anteriormente da mesma autora... pensei que fosse apenas aquele... pretende dar tanta informação que acaba por ser uma reportagem ficcional e não um verdadeiro romance.


Enfim, hoje, Janeiro de 2012, já o esqueci completamente.

sexta-feira, dezembro 17, 2010

Vidas e Viagens



Uma ópera sobre "as vidas e as mortes" da escritora e aventureira francesa Isabelle Eberhardt (1877-1904)
Jornalista e viajante, morreu no decurso de uma inundação em Marrocos, no decorrer de uma das suas viagens.

Song From the Uproar: The Lives and Deaths of Isabelle Eberhardt