domingo, novembro 22, 2009
FIL ARTE LISBOA 2009
sexta-feira, novembro 20, 2009
FIL ARTE LISBOA 2009

domingo, novembro 15, 2009
ARTE
Fui ver à Culturgest esta exposição de Jos Gruiter (Geel, Bélgica, 1965) e Harald Thys (Wilrijk, Bélgica, 1966). CLICAR AQUIsábado, novembro 14, 2009
Perguntar às estrelas
segunda-feira, novembro 09, 2009
Sinceridade não é sinónimo de rudeza II
quinta-feira, novembro 05, 2009
segunda-feira, novembro 02, 2009
quinta-feira, outubro 29, 2009
Sinceridade não é sinónimo de rudeza
domingo, outubro 25, 2009
The Light of Peace
quinta-feira, outubro 22, 2009
A casa maravilhosa
terça-feira, outubro 20, 2009
segunda-feira, outubro 19, 2009
Histórias verdadeiras, mas verdadeiras
sábado, outubro 17, 2009
Navegar
segunda-feira, outubro 12, 2009
Música New Age
domingo, outubro 11, 2009
Orgulhemo-nos da Língua Portuguesa e do Mar

terça-feira, outubro 06, 2009
Quem diabo é Deus?
sábado, outubro 03, 2009
A beleza da Terra
Dentro da biblioteca do navio havia esta cena campestre, que nos fazia pensar na beleza da terra. De resto, nos navios há quase só pinturas e gravuras do mar e de barcos.
quinta-feira, outubro 01, 2009
Outro Koan
Quatro monges decidiram meditar em silêncio completo, sem falar por duas semanas. Na noite do primeiro dia a vela começou a falhar e então apagou.
O primeiro monge disse, "Oh, não! A vela apagou!"
O segundo comentou, "Não tínhamos que ficar em silêncio completo?"
O terceiro reclamou, "Por que vocês dois quebraram o silêncio?"
Finalmente o quarto afirmou, todo orgulhoso, "Aha! Eu sou o único que não falou!"
segunda-feira, setembro 28, 2009
sexta-feira, setembro 25, 2009
Foto
Às vezes fazem-se fotografias como esta. O mar à noite ou fim de tarde. As diferentes variações de luz e cor fazem aparecer figuras.
terça-feira, setembro 22, 2009
Amizade, Verdade, Autenticidade, etc.
Ainda existe simplicidade e autenticidade nas relações
E é isso que estamos todos a precisar de saber, se até nos bichos existe tudo isso, imagine como poderia ser nos humanos: como pode vir a ser, quando aprendermos a ser humanos.
(Isto não pretende ser um poema, nem nada no género).
Ver aqui, aqueles a quem não mandei mail.
http://video.msn.com/video.aspx?mkt=en-US&vid=17f4bc71-7c71-4d28-9788-c9484d54b7f0
Ao princípio, enganei-me a postar o vídeo, mas já rectifiquei. Começa por publicidade, mas é esperar um nadinha.
domingo, setembro 20, 2009
Rentrée
Para o ano que agora se inicia, mais do que em Janeiro, fiz o seguinte voto, ou o seguinte projecto: Criar o vazio. Preencher o vazio com a minha alegria. Afinal, é o que fazem todos os pobres deste mundo. E também os outros seres. Flores, bichos...
sábado, setembro 19, 2009
Casa poema

Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles!
De rosas, inda que de falsas
Teçam capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouca diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Ricardo Reis, in "Odes" Heterónimo de Fernando Pessoa
Variantes: v.1- Pesa o decreto atroz do fim certeiro./ Pesa o decreto igual do fim diverso
Último: Leixai / Deixai viver os moribundos
(Mais pormenores na fotografia, se ampliada).
É este o poema que decora todas as paredes da Casa Fernando Pessoa, transformada numa casa-poema. Ver o meu outro blogue nesta data (19/09/09).
sexta-feira, setembro 18, 2009
Mais Mistérios
Aleister Crowley, famosíssimo mago inglês, vem a Lisboa misteriosamente para visitar Fernando Pessoa. (Não esquecer que Pessoa não era ninguém para ninguém, nessa época, muito menos para um famoso mago).
Aparentemente, morre afogado no sítio chamado Boca do Inferno. Também aparentemente, esta morte terá sido encenada com o conivência de Pessoa.
...Para reaparecer mais tarde noutro sítio.
O livro, da autora brasileira Montserrat Rico Góngora, intitula-se "Passageiros da Neblina". Creio que é um romance.
Recebi um convite, mas julgo que quem quiser, pode ir.
quinta-feira, setembro 17, 2009
Conde de Saint Germain
domingo, setembro 13, 2009
quinta-feira, setembro 10, 2009
O écran gigante II
Vi ao longe a grande estátua negra do Pombal sobre o enorme pedestal branco, enquadrada por arranha-céus cinzentos num fundo de céu cinzento.
Quando se viaja por mar e se vê sempre uma mar profundamente azul sob um céu intensamente azul, deseja-se outro cenário. Deseja-se que mude o écran gigante.
(Este post apareceu-me de repente traduzido para Inglês, sem que eu o solicitasse e com o título "The Diamond Vision". Não é estranho? Tão poético!)
quarta-feira, setembro 09, 2009
O écran gigante
Belo espectáculo.
quarta-feira, setembro 02, 2009
sexta-feira, agosto 28, 2009
A nudez da superfície marítima
Versão II
A nudez líquida e azul da superfície marinha permite-nos apreciar melhor, como pela primeira vez,
a esplendorosa exuberância visível na face da terra
quinta-feira, agosto 27, 2009
Escrever na Biblioteca
O navio tinha uma óptima biblioteca e um conceito giríssimo: cada um podia levar os livros que quisesse ler e trazê-los (ou não) sem escrever nenhum papel a requisitá-los.
Noutros navios em que tenho navegado, ou há biblioteca mas não há livros, ou há livros num armazém onde podemos requisitá-los e não há biblioteca, que, aliás, que se está a perder por todo o lado.
Mas aqui era diferente: para uma empresa destas, pouco monta comprar livros, talvez em segunda mão, se alguém os roubar, mas talvez seja mais normal os passageiros oferecerem-nos, como foi o meu caso.
Foto tirada pela Maria
segunda-feira, agosto 24, 2009
Navegar...
domingo, agosto 23, 2009
Partir
Nunca regressaremos definitivamente de nenhuma viagem
Algo em nós permanecerá para sempre na distância.
(Sugestão: ouvir a música, nos vídeos ao lado, "Torna a Sorriento")
sexta-feira, agosto 21, 2009
É doce morrer no mar
Os rebordos trabalhados que costumam ser de madeira eram de frutos silvestres e cerejas. Foi um sonho feliz, muito saboroso. Havia muita gente à espera de o comer quando fosse o momento oportuno.
Não se pode dizer que eu seja uma pessoa pessimista. Nem mesmo nos sonhos.
Esta frase "É doce morrer no mar" tinha-a relido na biblioteca do navio, no livro Mar Morto de Jorge Amado, pouco antes de me ir deitar.
Mas o sonho teve um sabor Zen, como quem vislumbra uma estranha e inesperada verdade.
P.S.: (Dias mais tarde, uma leitora deste blogue contou-me que tinha sonhado o mesmo sonho, ou outro parecido, depois de ler este texto).
terça-feira, agosto 18, 2009
segunda-feira, agosto 17, 2009
sexta-feira, agosto 14, 2009
Koan
14. A Lua Não Pode Ser Roubada
Ryokan, um mestre Zen, vivia a mais simples e frugais das vidas em uma pequena cabana aos pés de uma montanha. Uma noite um ladrão entrou na cabana apenas para descobrir que nada havia para ser roubado.
Ryokan retornou e o surpreendeu lá.
"Você fez uma longa viagem para me visitar," ele disse ao gatuno, "e você não deveria retornar de mãos vazias. Por favor tome minhas roupas como um presente."
O ladrão ficou perplexo. Rindo de troça, ele tomou as roupas e esgueirou-se para fora.Ryokan sentou-se nu, olhando a lua.
"Pobre coitado," ele murmurou. "Gostaria de poder dar-lhe esta bela lua."
Há mais AQUI
terça-feira, agosto 11, 2009
As Minhas Peças de Teatro
Mas a net é sempre uma boa surpresa. Maior à medida que o tempo passa. Nela, o tempo joga sempre a nosso favor.
segunda-feira, agosto 10, 2009
Os que nos enchem os dias
ao lado das pessoas que nós amamos, ainda que estas sejam poucas.
Devemos então agradecer, não àqueles que nos estimam,
mas aos que sabem fazer-se amar e que assim nos enchem os dias.
Nadinha
Se quiser ouvir algumas das minhas músicas preferidas, clique nos vídeos ao lado. São tês músicas e substituem-se entre si:
Lilly Marlene, de Marlenne Dietrich (e outra) - Não ver o 1º vídeo
Torna a Sorriento, por diversos cantores
Alfonsina e el mar
Respeito o silêncio. Clique só se lhe apetecer ouvir música. As letras estão no blogue.
domingo, agosto 09, 2009
sexta-feira, agosto 07, 2009
Sá de Miranda: O Sol é Grande
O sol é grande: caem co'a calma as aves,
Do tempo em tal sazão, que sói ser fria.
Esta água que de alto cai acordar-me-ia,
Do sono não, mas de cuidados graves.
Ó cousas todas vãs, todas mudaves,
Qual é tal coração que em vós confia?
Passam os tempos, vai dia trás dia,
Incertos muito mais que ao vento as naves.
Eu vira já aqui sombras, vira flores,
Vi tantas águas, vi tanta verdura,
As aves todas cantavam de amores.
Tudo é seco e mudo; e, de mistura,
Também mudando-me eu fiz doutras cores.
E tudo o mais renova: isto é sem cura!
quinta-feira, agosto 06, 2009
Ainda sobre o Mar: O Tumulto das Ondas
Reli-o agora com grande prazer e entusiasmo.
Desde que me apaixonei pelo mar, tudo o que lhe diz respeito me fascina.
Fez-me lembrar um outro livro de pescadores, "Hans de Islândia" de Pierre Loti, de que também gostei, mas que é muito triste, ao contrário deste. Acho mesmo que alguns autores têm esse estigma: já sabemos que o livro vai acabar tão mal, mesmo antes de o termos lido, que nem apetece começar.
A mesma coisa, mal, tristeza, fim trágico, com um escritor italiano de que gosto muito se me abstrair desse senão, Giuseppe Verga. Em Portugal só é conhecido, desse autor, o título "Cavaleria Rusticana" de um dos seus contos, que deu lugar a uma ópera. O seu principal romance, "Os Malavoglia", já foi traduzido para português, mas há muito tempo, podendo ser encontrado em alfarrabistas.
Todos estes três escritores, como outros, me fascinam por irem buscar a simplicidade da vida dos pobres e ignorantes, logo eles, que estão longe de ser simples, pondo-nos em contacto com os elementos essenciais da vida humana, sem sofisticação nem disfarces.
O trabalho, o ócio, o amor, a amizade, a dor, a alegria, o prazer e enfim, nestes casos, a paixão pelo mar que é comum a quase todos os marinheiros e pescadores.
segunda-feira, agosto 03, 2009
Romances sobre o mar
A solução para isto é voltar aos grandes autores do passado, que não estão expostos.
Lembrei-me agora de Joseph Conrad, um marinheiro cujos romances são sobretudo aventuras marítimas, tal como Melville.
Livros bons para ler à beira-mar, num navio, ou em vez do mar.
E baratos. Acabo de comprar o seu melhor romance, "No Coração das Trevas", por 12 Euros.
Acho que ainda só li deste autor Lord Jim e um chamado "The Rover", que talvez se traduza por "O Pirata", de que falei em Escrevedoiros.
Quanto a Melville, ou a Jack London... é só escolher.
Pena não haver, ou não ter havido, escritores portugueses que narrem aventuras marítimas. Como os gregos e os de expressão inglesa, com este Conrad que é ucraniano mas que escreve em inglês.
Pena que não tenham fugido para Portugal, mas que, inversamente, tenham fugido de Portugal, os escritores e demais artistas e demais seres humanos que foram perseguidos injustamente. Pela censura, por exemplo. Pela intransigência. Pela inveja.
sábado, agosto 01, 2009
Chuva de Verão
Não por acaso dormi tão bem e acordo tão alegre, num dia de recordações tristes.
Abro a janela que dá para a natureza: sinto o cheiro agradecido da terra
A alegria dos pássaros que cantam mais ainda do que o habitual
A névoa ocupa o espaço onde costumava estar a paisagem com árvores e casas
E o corpo agradece esta inesperada dádiva da água
A pele sentindo que regressa ao seu tamanho natural
Apenas lamento não ter acordado com os galos
Sabendo então que poderia continuar a dormir
Ouvindo a chuva a cair tranquilamente na nesga de telhado que fica ao lado da minha cama.
sexta-feira, julho 31, 2009
Oração a Santa Bárbara
Gosto também daquilo que ela representa simbolicamente e da oração que lhe é consagrada.
Imaginem vocês que no Brasil, no Candomblé, existe um deus, talvez Óxum, que corresponde a Santa Bárbara. Disseram-me que era aquela fitinha verde escura da Baía.
Uma jovem rapariga grega, morta na flor da idade, na Idade Média, como é hoje recordada e porquê? Não sendo antropóloga, não sei responder e acho que ninguém sabe.
É invocada, sobretudo, como protetora contra a morte trágica e contra os perigos de explosões, de raios e de tempestades. Deveria ser também invocada pelos escritores, por deter os elementos essenciais da vida e da morte. E pela sua juventude eterna.
Oração a Santa Bárbara
Santa Bárbara, que sois mais forte que as torres das fortalezas e a violência dos furacões, fazei que os raios não me atinjam, os trovões não me assustem e o troar dos canhões não me abalem a coragem e a bravura. Ficai sempre ao meu lado para que possa enfrentar de fronte erguida e rosto sereno todas as tempestades e batalhas de minha vida, para que, vencedor de todas as lutas, com a consciência do dever cumprido, possa agradecer a vós, minha protetora, e render graças a Deus...
Falta o resto, que pode ser encontrado na Internet.
AQUI
domingo, julho 26, 2009
A Paisagem Não Tem Dono
Este edifício, talvez antigo armazém, fica nas docas, em Belém.
Esta frase (provocatória) está escrita na parede em duas línguas, Português e Inglês:
A Paisagem Não Tem Dono
Landscape Has No Owner
Será que não tem? Em lado nenhum?
terça-feira, julho 21, 2009
Boas Notícias
Mas ninguém quer esses aparelhos, todos preferem o objecto em papel, muitíssimo mais caro.
Também podem ser utilizados alguns telemóveis modernos, mas provavelmente virá a ser inventado um sistema que agrade a todos.
Não me choca ler um livro num e-book, embora nunca o tenha feito.
A prova disso é que os meus mais recentes livros já existem para download. Estou quase arrependida de ter pubicado o primeiro só em papel.
E não estou arrependida de não ter publicado nenhum mais cedo. É agora o tempo de o fazer.
Vocês nunca me ouvirão dizer que o meu tempo era melhor ou pior.
O meu tempo é este. E o que há-de vir.
Literatura digital
Barnes & Noble lança a maior e-livraria do mundo
Em suma,com este sistema digital, os livros são muitíssimo mais baratos e não ocupam espaço.
E não é necessário plantar e depois abater tantos eucaliptos.
Para os autores, em certos sistemas modernos que incluem este, também não é necessário aturar as exigências dos editores, nem a sua incompetência.






