domingo, julho 26, 2009

A Paisagem Não Tem Dono


Este edifício, talvez antigo armazém, fica nas docas, em Belém.
Esta frase (provocatória) está escrita na parede em duas línguas, Português e Inglês:

A Paisagem Não Tem Dono
Landscape Has No Owner

Será que não tem? Em lado nenhum?
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terça-feira, julho 21, 2009

Boas Notícias

A partir de agora, vai ser mais fácil ler em formato digital: existem, há muitos anos, e-books, aparelhos para ler que substituem os livros.
Mas ninguém quer esses aparelhos, todos preferem o objecto em papel, muitíssimo mais caro.
Também podem ser utilizados alguns telemóveis modernos, mas provavelmente virá a ser inventado um sistema que agrade a todos.
Não me choca ler um livro num e-book, embora nunca o tenha feito.
A prova disso é que os meus mais recentes livros já existem para download. Estou quase arrependida de ter pubicado o primeiro só em papel.
E não estou arrependida de não ter publicado nenhum mais cedo. É agora o tempo de o fazer.
Vocês nunca me ouvirão dizer que o meu tempo era melhor ou pior.
O meu tempo é este. E o que há-de vir.

Literatura digital
Barnes & Noble lança a maior e-livraria do mundo


Em suma,com este sistema digital, os livros são muitíssimo mais baratos e não ocupam espaço.
E não é necessário plantar e depois abater tantos eucaliptos.
Para os autores, em certos sistemas modernos que incluem este, também não é necessário aturar as exigências dos editores, nem a sua incompetência.

Com rendas de pedra

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Jardim e Basílica da Estrela

É uma das belas construções e um dos belos jardins de Lisboa
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domingo, julho 19, 2009

Já agora, uma explicação

Como ninguém lê e muito menos compra peças de teatro e teses, excepto as companhias de teatro, que não dão para fazer um mercado, e as pessoas que fazem teses sobre o mesmo tema, as editoras normalmente não publicam este tipo de livro.

É por isso que auto-publiquei estas e tenciono fazer o mesmo com uma tese que escrevi sobre Natália Correia.

É ainda possível não comprar o livro e sim fazer o download do texto e lê-lo no computador ou num e-book. Estes públicos específicos é o que farão, embora o livro só demore uma semana a imprimir e a chegar ao destino.

É claro que não oferecerei o livro a ninguém, em princípio, dado que tenho de o comprar primeiro.

É mais barato mandar vir vários do que só um, dado que o custo do transporte é o mesmo, mas podemos mandar vir livros de diversos autores. Ainda não sei como é se se encomendar na Amazon ou no Barnes and Noble, pois isso só será possível quando houver a versão definitiva, ou seja, dentro de alguns dias, acho ~eu.

quinta-feira, julho 16, 2009

As peças novas

Aquele sítio onde publiquei as peças dá para ler algumas páginas.
É a chamada Vista Prévia: clicar por cima das imagens aqui ao lado e por cima da vista prévia e nas setas para a frente e para trás.
Já os revi e alterei, porque estavam com letra muito pequena. Aumentou também o número de páginas, mas vou receber outras cópias antes de passar os projectos a definitivos e antes de irem para a Amazon.com e outros sítios.

sábado, julho 11, 2009

Nunca ter visto o mar

A peça que escrevi, "A Estalagem", baseia-se na ideia de alguém sonhar ver o mar porque nunca o viu. Procurei situá-la fora do tempo, não sendo possível afirmar em que época se passa, nem em que país. Chamo a isto o teatro da alma, pois é a alma humana que aqui se apresenta, desligada das circunstâncias materiais.

Teremos tendência para pensar que já não há ninguém que nunca tenha visto o mar, mas não será assim. Haverá sem dúvida muito menos gente do que há décadas, sobretudo em Portugal, país estreito, todo ele à beira-mar.

De facto, há 50 anos em Portugal, havia muitas pessoas que viviam em aldeias e que nunca sequer tinham ido à povoação mais próxima, muito menos a uma cidade e, embora vivessem a 20 Kilómetros do mar ou até mesmo menos, nunca o tinham visto. Também não o tinham visto na televisão e é pouco provável que o tivessem admirado em fotografias ou postais. Isto acontecia sobretudo com mulheres, pois os rapazes, pelo menos alguns, iam à tropa e para isso ficavam até a conhecer as maiores cidades do país.

Serve esta reflexão também para salientar como o nosso tempo é tão diferente de todos os que existiram anteriormente: a situação que referi existia há 50 anos e também há 500 ou 2000, mas em Portugal já deve ser rara a pessoa que nunca saiu da sua terra e que nunca viu o mar. É claro que ainda as há... menos ainda alguém que nunca o tenha visto na televisão... mas no mundo, há de certeza milhões de pessoas que nunca o viram de nenhuma maneira.
Raramente pensamos nessas pessoas. Na verdade, nunca pensamos.

segunda-feira, julho 06, 2009

A Ilha das Cruzes

Já agora, este pormenor: A Estalagem tem um estilo parecido com Imaginália, mais do género do que escrevo às vezes neste blogue quando escrevo bem. A Ilha das Cruzes tem um estilo cómico, pois é uma comédia, no género do que escrevo às vezes no Terra Imunda.
A acção decorre num tempo indefinido, talvez século XVII ou XVIII, em que se fazia a carreira regular para a Índia.
Sinopse:
Duas prostitutas e uma judia muito convencional estão a fazer a viagem, na intenção de começarem vida nova nessa terra, mas uma das raparigas envolve-se com um dos pilotos e as três são expulsas pelo padre que manda na nau e são abandonadas numa ilha deserta.
Quando já se encontram muito bem instaladas na terra, que é uma ilha de abastecimento, ou seja, tem alimentos e água potável, embora não seja cultivada , aparecem lá... adivinhem quem...
O padre e o piloto, que são náufragos, uma vez que a nau naufragou e o piloto salvou o outro.
Com pessoas tão diferentes a viverem numa pequena terra em que não há mais ninguém, A Ilha das Cruzes, imaginem o resto. Podem também tentar imaginar a razão do título...
A intriga baseia-se na realidade, pois os padres e frades mandavam expulsar mulheres que ofendiam o seu conceito de religião ou de moral. Abandonavam-nas em qualquer parte na costa africana.
Quando comecei a escrever esta peça, era minha ideia fazer uma tragédia, dado que o tema é tão dramático, mas saiu uma comédia.

quinta-feira, julho 02, 2009

Pronto, Cá está!

Cá está o original, A Estalagem e mais uma peça, A Ilha das Cruzes. Uma tragédia seguida de uma comédia.
Andava há Séculos para publicar estes dois textos, mas há sempre um momento para tudo.

terça-feira, junho 30, 2009

The Inn - A Estalagem


Cá está como prometido e graças a Santa Bárbara.
Provérbio: Só te lembras de Santa Bárbara quando troveja.


Aproveitei estes dias de convalescença para fazer este livro.
Virá a estar disponível em livrarias online como Amazon, Barnes and Noble, etc.

Ainda não está à venda, dado que está em fase de revisão, por uns quinze dias.
Não vos aconselho a comprá-lo quanto estiver, dado que está escrito em Inglês. Vou publicar também o original em português, juntamente com outra peça.
CLICAR AQUI
E para saber porque é que o livro está escrito em Inglês,
CLICAR AQUI neste mesmo blogue há poucos dias.

segunda-feira, junho 29, 2009

Santa Bárbara

Já aqui disse que me interesso pela vida dos santos, que foram sempre pessoas invulgares, extravagantes, rebeldes, extremamente corajosas. Às vezes parecem loucas, talvez de loucura sagrada.
Uma das minhas favoritas é Santa Bárbara, sobre quem ando para escrever aqui há muito.
É considerada grega ou turca e tendo vivido no sec. III, mas há também versões que a dão como portuguesa e também oriunda da ilha de Lanzarote, nas Canárias. Foi nessa ilha que lhe prestei atenção pela primeira vez.
Existe nela um local de culto e peregrinação a Santa Bárbara, que dizem ter sido martirizada por, sendo princesa, esconder os habitantes dentro de subterrâneos, para que não fossem capturados e levados como escravos, o que acontecia muito em todas as ilhas. Terá sido torturada para denunciar a localização dos autóctones.
Será uma lenda, mas a sua biografia oficial é ainda menos verosímil. De qualquer forma, trata-se de uma mulher muito forte, que matou o próprio pai como seu primeiro milagre e como vingança, fazendo cair sobre ele um relâmpago.
Daí ser padroeira de todos os que trabalham com fogo ou explosivos e também protectora nas tempestades com raios.
É geralmente representada tendo numa mão uma torre, geralmente com três janelas, ou em vez disso a Eucaristia, sendo neste caso mais difícil de identificar. Segura na outra mão a palma do martírio, ou uma espada, que julgo simbolizar o raio.
VER Biografia na Wiki

sexta-feira, junho 26, 2009

Imagens deste blogue

Cometi um erro neste blogue.
O Google disponibiliza todas as imagens dos blogues num álbum de fotografias do Picasa, de consulta privada.
Na intenção de o vir a tornar público, retirei desse álbum todas as imagens que não eram fotografias tiradas por mim. Resultado: essas imagens desapareceram também dos posts do blogue.
Talvez consiga recolocar algumas, mas não todas, pelo que peço desculpa.
Hei-de fazer um álbum com as minhas melhores fotos, mas há tanta coisa a fazer na net...
Nem percebo porque é que muitos não fazem nada!

quarta-feira, junho 24, 2009

Mais Livros

Car@s Amig@s:
Isto quer dizer amigos e /ou amigas:
Viram um comentário que foi posto no post anterior, anunciando um site de publicação on-demand? Há outros, sobretudo um americano chamado Lulu.com.
Tinha a intenção de, por estes dias, publicar uma peça de teatro nesse site.
Um editor maluco, que me deu cabo da paciência e do juízo durante vários anos, sempre a marcar o lançamento dos livros para breve e adiando logo a seguir, mandou traduzir para Inglês essa peça, o que foi caríssimo, pago por ele. Também estava em curso a tradução para Espanhol, Alemão e mesmo chinês, quando concluí que mais me valia ir lavar escadas do que aturar aquele tipo e apanhar uma depressão nervosa. Pedia-me o exclusivo da obra e eu acabei por correr com ele.
Agora não me serve de nada uma peça em Inglês e o melhor é publicá-la no tal site americano, que também inclui a versão de E-book.
E o original, seguido de outra peça, talvez no mesmo site ou neste novo que aqui me apareceu.
Isso será feito em breve, aproveitando estes dias de convalescença e as férias, e vocês são os primeiros a saber.
Neste caso, não farei lançamento, até porque fiquei "traumatizada" com os episódios que vos contei.

segunda-feira, junho 22, 2009

Navegar Navegar

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sexta-feira, junho 19, 2009

A Ponte

"A vida é uma ponte. Atravessa-a, mas não fixes nela a tua morada."
Santa Catarina de Sena

terça-feira, junho 16, 2009

Goa ou o Gurdião da Aurora

Ainda referente ao último post, aqui vai a capa do livro

segunda-feira, junho 15, 2009

Goa ou o Guardião da Aurora

Há três posts atrás, falei do escritor americano (e agora também português) Richard Zimmler.

Tenho um perfil de hi5, através do qual tenho o prazer de me manter em contacto com amigos, novos e antigos, mas sobretudo com os improváveis. Os prováveis telefonam-me ou chateiam-me.

Agora fiz um perfil de Facebook e enviei propostas de amizade a todos os meus amigos e a mais umas pessoas, poucas. Adivinhem qual foi o primeiro a responder (e único até agora):

Richard Zimmler.

Pede o seguinte:
"Um pequeno favor.... A edição espanhola do meu romance Goa ou o Guardião da Aurora acabou de sair. Agradecia que mencionasse o livro aos seus amigos de Espanha e America Latina. OBRIGADO!!!"

Este blogue tem alguns amigos da América Latina, incluindo a minha querida Griselda Rosas.
Já agora, fica aqui a ecomendação também para os portugueses, embora eu ainda não tenha lido, mas vai ser o próximo.
Estou a acabar de ler um livro também passado na Índia, no tempo da "invasão" dos portugueses. Livro muito interessante, de que já falei no outro blogue: "O Expresso de Cantão". O autor é o italiano Giuliano da Empoli e a personagem principal é um seu antepassado, Giovanni da Empoli.

domingo, junho 14, 2009

Aparência de Escrevedoiros

Como estão a ver, mudei muito a aparência de Escrevedoiros, para melhor, espero.

A seguir farei o mesmo com Terra Imunda, pois é mais difícil repôr as várias aplicações que esse blogue tem.
A fotografia, que é do porto de Ceuta, tirada por mim, é para alterar. E esta semana, o contador não contou os visistantes. Aliás, o contador dos visitantes do perfil parou há meses em 2700.
Acrescentei uma aplicação: seguidores.
Como este blogue tem visitantes habituais e mesmo diários, que em certos casos nem vão ver o outro, seria giro que se inscrevessem como seguidores.

Já tenho um que nem esperava ter... pela fotografia, parece ser o Santo António de Pádua... além de mim mesma, mas eu só lá estou como isco, para verem como é.

quarta-feira, junho 10, 2009

Que plantas serão estas?


Aceitam-se opiniões.

Dias depois: Confesso que, após ter lido os dois simpáticos comentários a este post, fiquei com a mesma dúvida: se eram flores de lótus ou nenúfares. Será que as flores de lótus são nenúfares?

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sábado, junho 06, 2009

Dança quando chegares ao fim


Fui ontem ao lançamento do último livro de Richard Zimmler, desta vez um livro infantil.

É o autor de "O Último Cabalista de Lisboa", um dos melhores romances históricos da actualidade.

Quando fui, há tempos, a um encontro com ele promovido pela livraria Bulhosa, estava longe de imaginar a sua biografia, que contou com toda a naturalidade e simplicidade: é uma pessoa tão simples como não há nenhuma em Portugal desde há décadas. Isto vê-se por várias formas, desde a maneira como se veste, até ao modo como diz que veio para cá porque se apaixonou por um português. Refere, aliás, o nome dele, que não recordo, mas é um dos nossos melhores cientistas, que o encontrou na América e ainda bem.

Parece que também diz (por blague, talvez) que é um português que escreve em Inglês. Tem dupla nacionalidade, portuguesa e norte-americana e também diz que é judeu, embora tal coisa nem exista para nós (isso de ser judeu).

Este livro para crianças chama-se "Dança quando chegares ao fim" e foi escrito mesmo em Português, a rimar. Convenhamos que o texto total deve ter metade de uma página, mas fica muito giro com as ilustrações (feitas por outra pessoa).
Exemplos: "Não sejas resmungão e chato
Dizem o camaleão e o pato"
"Defende quem necessita de ajuda
Recomenda a macaca barbuda"
O autor está também acessível através do Facebook

segunda-feira, junho 01, 2009

Lisboa ao Longe

Nunca desejei possuir nada. Contudo, a realidade às vezes impõe-se, a despeito da nossa vontade. Muitos me disseram que deveria comprar uma casa em Lisboa e de facto, as rendas são tão caras que só comprando.
Olhando Lisboa à noite, do outro lado do Tejo, pensando que poderia regressar, talvez a nado, olho e comovo-me.
Há um nadinha desta cidade que me pertence... é lá que está a minha cama principal...
É para lá que desejo regressar após todas as viagens...
Existem muitos lugares no mundo. Gosto de pensar que todos podem ser o meu. E este também.
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sábado, maio 30, 2009

Modernidade

Já falei, num dos meus blogs, do chamado aborto selectivo. Pratica-se sobretudo no Oriente (em todo o Oriente) para eliminar filhas indesejadas.
É claro que haverá em breve maneiras menos drásticas e menos dramáticas de escolher o sexo das crianças, para nem falar na clonagem.

Imaginem o que aconteceria num futuro próximo, se já fosse possível fazer isso.
O Oriente ficava sem mulheres e o Ocidente ficava sem homens.
Quem é que quer ou quererá um rapazola que vai andar a gastar as calças nos bancos da escola sem nenhum sucesso e que se vai, previsivelmente, baldar para os pais quando forem velhos? Ou mesmo que não se balde, que lhes poderá esta criatura dar, de bom e de útil?
É claro que todos querem uma rapariga. que vai ser boa estudante, boa profissional, boa cozinheira, filha exemplar, etc....

quinta-feira, maio 28, 2009

A Amizade (ainda)

Sim. Como poderia ter dito a raposa do Principezinho, a maioria das relações entre os homens (seres humanos, claro) baseia-se na dependência, no conformismo e na rotina.
A raposa não disse nada disso, portanto vou eu dizê-lo. Que estou aqui para escrever.

Tenho ouvido defender a rotina nos relacionamentos humanos como algo que não se pode evitar. Ouvi-o a uma amiga que morreu recentemente. Talvez por não ter entendido que a vida não é necessariamente uma chatice.
Que a amizade pode ser algo que começa de novo e para sempre, algo que pode e deve ser inventado.
Que o amor tem sido constantemente confundido com outras coisas.
Que a amizade e o amor só podem ser um milagre.
A ter sido inventado.
Por nós. Os actuais habitantes do planeta.
Porque já foram obrigatórios. E talvez ainda o sejam.
Porque a vida a sério é uma guerra aberta contra a mediocridade, a preguiça e o conformismo.
Porque a mizade, se não é, devia ser outra coisa.
Uma relação do espírito com o mundo. Contra a estupidez, a mediocridade, o conformismo, a banalidade, a monotonia, tudo coisas que devemos deixar dependuradas nas cordas de secar do tempo, para que venham a ter pertencido ao passado.

Graciete Nobre

(Texto escrito de improviso, a ser alterado)

sábado, maio 23, 2009

Amizade / Amor

Eis o mais lindo texto que jamais se escreveu sobre amizade, que parece muito com o amor.

"Vês, ali, os campos de espigas? Eu não como pão. Para mim, o trigo é inútil. Os campos de espigas nunca significaram nada para mim. E isso é muito triste! Mas tu... Tu tens o cabelo cor de ouro. Quando te tiveres ido embora, o trigo dourado fará lembrar-me de ti. E pela primeira vez amarei o ruído do vento no trigo...
-Adeus - disse o principezinho.
-Adeus - disse a raposa, e ficou durante muito tempo a olhar extasiada para os campos de trigo e a ouvir o vento assobiar entre as espigas.
O principezinho seguiu o seu caminho e notou com alegria que cada árvore lhe recordava a cor do pêlo da sua amiga raposa."


O Principezinho / Le Petit Prince, Antoine de Saint-Exupéry

quarta-feira, maio 20, 2009

Und mehr blumen fur

 

 

 

 
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Flores para...

 

 

 

 

Blumen für die Mutter-Tochter
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terça-feira, maio 19, 2009

Flores para vocês

 

Beijinhos
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terça-feira, maio 12, 2009

Rosmaninho

 

Não tenho tido tempo nem disposição para escrever, pelo que peço desculpa aos fregueses habituais deste blogue.
Beijinhos e este rosmaninho.
Viva a Primavera!
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quarta-feira, maio 06, 2009

Torna a Surriento

E já agora, fica aqui uma das minhas canções favoritas. Uma minha muito jovem amiga (tenho muitos amigos muito jovens) diz que eu tenho muitos livros preferidos, muitas canções preferidas. uma delas é Torna A Sorriento. Escusado será dizer que isto não é italiano, mas sim dialecto. Talvez Napolitano.


Encontra-a aqui por muitos intérpretes, todos bons



Letra


Viede 'o mare quant'è bello
Spira tantu sentimentu
Comme tu a chi tiene mente
Ca scetato 'o fai sunnà,
Guarda guà chisto ciardino;
Siente, siè, sti sciure arance:
Nu prufumo accussi fino
Dint'o core se ne va...


E tu dice: "Ìparto, addio!" bis
T'alluntane da stu core... bis
Da sta terra de l'ammore bis
Tieno 'o core 'e nun turnà? bis


Ma nun me lassà, bis
Nun darme stu turmiento! bis
Torna a Surriento, famme campà! bis


Vide o mare de sorriento
Che tesoro tene 'nfummo
Chi a girato tutto munno
Non lha visto comme accá
E tu dice io parto addio etc.

sábado, abril 25, 2009

O Bosco Deleitoso

O Bosco Deleitoso, ou Bosque Deleitoso, é uma das obras místicas escritas no Mosteiro de Alcobaça entre os finais do século XIV e o início do século XV. Cerca de setenta capítulos transcrevem a tradução da obra de Petrarca De Vita Solitaria. Os últimos quarenta e seis capítulos são originais. O Bosco Deleitoso foi impresso em Lisboa em 1515.


A vida activa usa bem e com justiça as coisas do mundo, mas a vida contemplativa renuncia ao mundo, voltando-se somente para Deus. Sendo «vaga de todo o negócio», é capaz de sentir o sabor do paraíso dentro da alma. No entanto, a vida activa é boa, sendo justamente considerada como degrau pelo qual se ascende, com a graça divina, à vida contemplativa
Vide aqui


É uma obra interessante, embora inclua a obra de Petrarca, ou até por isso mesmo, dado que não existia nessa época o conceito de autoria que conhecemos. Se calhar, o anónimo resolveu copiar a obra como copista, mas acrescentou umas coisas da sua lavra e pronto.
Quanto ao Bosco Deleitoso das fotografias do post anterior, só existem actualmente em Portugal dois tipos de bosco: os matagais como aqueles que fotografei e onde não cabe ser humano, até porque são quase a pique nas ribas do Douro (região) neste caso, ou os locais habitáveis e que seriam aprazíveis se não estivessem cobertos de lixo, nesta mania nacional de deixar o lixo espalhada por toda a parte, mesmo que fique lá para sempre.
Isto nem tem muito a ver com ecologia, tem a ver com sentido estético e limpeza.

quarta-feira, abril 22, 2009

Bosco Deleitoso

 

 

Ponte da Bateira. Rio Paiva
Castelo de Paiva
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Quem sabe o que é o Boosco Deleitoso?

domingo, abril 19, 2009

Papoilas

 
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terça-feira, abril 14, 2009

Andorinhas-das-chaminés

 

 

 


Estas duas andorinhas-das-chaminés, macho e fémea, construiram um ninho por debaixo de um toldo do café não sei do quê, uma mercearia que fechou há tempos, no lugar de Espiunca, concelho de Arouca. O que lhes interessa é que o ninho fique abrigado da chuva e demais intempéries.
São lindíssimas, com a cabeça e o pescocinho cor-de-laranja, eu pensava que as andorinhas eram só pretas e brancas.
Ainda não tenho uma máquina fotográfica imensa e pesando 20 Kilos, mas esta pequenininha da Canon serve e não dá nas vistas...
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São tão lindos e tão puros,os pássaros!!!!!!!!!!!!!!

sábado, abril 11, 2009

 

 

 


A princípio tive pena, depois descobri que é muito amado.
Quando perguntei aos vizinhos da casa que espécie de pássaro era aquele, entendi claramente que era um pássaro muito importante para todos eles.
Um canário Isabela, talvez um cruzamente do canário com pintassilgo, ou então com verdilhão.
Sendo que anima os dias monótonos e os outros daqueles que o ouvem cantar como um anjo, a sua missão é a de ser muito amado e de dar algo em troca... a liberdade, o canto... quem sabe mais o quê?!
Tal como alguns de entre nós.
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sábado, abril 04, 2009

 
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