segunda-feira, fevereiro 23, 2009

Pássaro


Posted by PicasaCom sorte, pode ser que este pássaro seja uma escrevedeira... gosto do nome e só tenho aqui uma foto de uma, que não foi tirada por mim.
Jardim-Museu Agrícola Tropical - Lisboa
Afinal deve ser uma felosa poliglota porque canta muito bem.
Não é escrevedeira mas é poliglota...
Ver aqui
Não, afinal é uma felosa musical, como se vê pela risca amarela sobre o olho. Estava só de passagem e estava adiantada no tempo: só deveria ter vindo em Março.

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

Reflexos

(Lago com três peixes e com reflexos do céu e das palmeiras, num dia de muita chuva)

segunda-feira, fevereiro 02, 2009

Sorte para os Escrevedoiros

Este ano de 2009 está a correr muito bem para este blogue Escrevedoiros. Já é o favorito de dois novos blogues, um no México, de que já falei e outro na Alemanha.
O que agrada às autoras são as fotografias, ao que parece.
Vamos dar uma colher de chá e visistar esses novíssimos blogues, que também têm muitas imagens.

Mein blaues Sofa

Que quer dizer o meu sofá azul e

Griselda Rosas

Ambas começaram a blogar em Janeiro, tal como eu e ambas se dedicam às belas letras e às belas artes.
Sinto-me muito grata pela preferência

sábado, janeiro 31, 2009

Reflexos

Posted by Picasa

Reflexos da chuva

Posted by Picasa

quarta-feira, janeiro 28, 2009

Patitos e pombitos (e lixo)

Posted by PicasaTodos selvagens e livres

domingo, janeiro 25, 2009

Imaginália

O meu livro "Imaginália" já está À venda em mais livrarias, pois esteve bloqueado até Dezembro por um contrato com uma má distribuidora. Que eu saiba, existe pelo menos aqui:
Livraria Apolo70 - Campo PequenoCentro Comercial Apolo 70
Livros do King - Areeiro / Av. RomaCinema King
Livraria Portugal - Rua do Carmo, 70

sábado, janeiro 24, 2009

Melro

Posted by Picasa

quinta-feira, janeiro 22, 2009

(Falta de) LUZ

Ontem faltou a luz nas redondezas do sítio onde vivo. Situação tão inusitada, em Lisboa...
Fui bater à porta duns vizinhos, uma outrta vizinha veio bater à minha porta, tudo a perguntar se a luz falhava no prédio ou só na nossa casa. Constatámos que já não nos víamos uns aos outros há tempos. Nem nunca ninguém tinha reparado que uma nossa vizinha está grávida de seis meses... o que é uma notícia considerável num prédio pequeno.
A discrição é boa, mas tanta...
Tomei banho à luz da vela, li (pouco) à luz de uma vela e de uma lanterna, depois de constatar que poria fogo à casa se acendesse muitas velas...
E agora apetece-me não acender a luz e viver de acordo com a luz do dia, ou de luzes tão fracas que só nos mostram a noite e o que está próximo, incluindo os vizinhos.

quarta-feira, janeiro 21, 2009

O Imperador de Portugal

Acabei de ler, tendo-o feito com imenso prazer, o livro"O Imperador de Portugal" de Selma Lagerlof, escritora sueca e prémio Nobel da Literatura. Podemos pensar que é mais fácil para uma pessoa sueca ganhar esse prémio, mas muitos o mereceram menos do que ela. Já conhecia um seu livro, algo infantil "A maravilhosa viagem de Nils Holgersson através da Suécia" de que também gostei.
O título deste despertou-me a curiosidade e incentivou-me a comprá-lo o estar ele em saldo na Bertrand.
A personagem principal é um pobre lavrador sem terra sueco, que imagina o reino de Portugal como sendo um lugar de paz, de riqueza, de concórdia, etc. Não fala do nosso país como um lugar real, mas sim como algo de imaginário e mítico.
A acção central é o amor incondicional e exclusivo deste homem pela sua filha muito bela, chamada Clara Bela.
E mais não digo, a não ser que existe a evocação de um passado rural e o despertar de sensações que nós não sabemos de onde nos vêm, nem sabemos como podemos recordar algo que não foi nunca vivido por nós... mas a grande literatura é assim.

segunda-feira, janeiro 19, 2009

Pardais

Uma vez comi um pardal. Eu teria talvez quatro anos e recordo duas versões dos factos, as duas parecendo-me igualmente verdadeiras.
Versão 1- o pardal pousou nos fios eléctricos e morreu electocutado.
Versão 2- um amigo que tinha nessa época, para aí tão pequeno como eu era, caçou-o com uma fisga.
A minha mãe cozinhou-o para mim e eu adorei, chamei-lhe um figo.
Nunca mais seria capaz de comer tal ave, ainda que o desejasse, pois gosto dos pardais vivos e livres, como gosto também das pessoas assim: vivas, livres e felizes.
Mas lembro-me perfeitamente de que gostei.



( Ver o blogue Terra Imunda nesta data)

domingo, janeiro 18, 2009

Fotografias

Em Cabo Verde, há dois anos, passei as fotografias da máquina para o computador do hotel e esqueci-me de as apagar.
Quando, no dia seguinte, voltei ao computador, encontrei uma das fotografias que tinha tirado à praia em frente ao hotel como fundo do ambiente de trabalho. Uma minha amiga estava de costas muito ao longe.
Creio que tenho neste blogue fotografias muito melhores do que esta, algumas das quais podem ser aprveitadas para o efeito.

sábado, janeiro 17, 2009

A vida ali



"A vida ali deve ser feliz, só porque não é a minha"
Fernando Pessoa (a propósito de Sintra)
Posted by Picasa

terça-feira, janeiro 13, 2009

A Impermanência

A recordar-me outra vez que a mais estável das regras do universo e da vida é a impermanência, uma grande amiga minha disse-nos adeus para sempre ontem e hoje.
Eu acho que já me tinha esquecido...

sábado, janeiro 10, 2009

Que maravilha!

Já tenho neste blogue uma imagem de uns monges budistas a acariciarem uns tigres, agora este vídeo mostra a reacção de um leão, que tinha sido criado por dois rapazes e soltado na selva, quando os encontra, um ano depois.
Será amor? Será a lei da atracção de que fala o segredo? Será a parábola de "o lobo e o cordeiro"?
Não deixe de ver
Aqui

A dos monges com os tigres é esta (Clicar aqui e rolar para baixo)
AQUI

quinta-feira, janeiro 08, 2009

Neve Branca


UI que friagem!
Chama-se na minha terra neve branca a algo que não é neve, claro: à geada.
Como a geada nem sempre é branca, daí o pleonasmo ou a redundância: neve branca.
Quanto à neve propriamente dita, só um grande poeta se lembraria de lhe chamar branca, à maneira de Homero, ou Camões, ou Sophia, quando dizem que a água é húmida ou líquida...
Posted by Picasa

terça-feira, janeiro 06, 2009

Publicidade

Este blogue foi invadido por publicidade. Como as mensagens são automáticas, coloquei a verificação de palavras para quem fizer comentários.
Os comentários continuam a ser livres e directos, a única diferença é que as máquinas não conseguem ler letras desalinhadas e tortas e as pessoas sim.

sábado, janeiro 03, 2009

Praia Pequena

Posted by Picasa

quinta-feira, janeiro 01, 2009

Feliz 2009 que hoje começa


Que nos sintamos tão bem durante este ano, como estes patos na água. E na terra. E no ar, pois são patos bravos.

Que tenhamos a oportunidade de experimentar e apreciar, durante este ano, estes três elementos. E mais alguns, se os houver.Posted by Picasa

quarta-feira, dezembro 31, 2008

Idem

Não está mais ninguém neste lugar a olhar este mar e estas terras, esta paisagem mutável e oscilante pela luz.
Serei eu digna de presenciar tanta beleza?
E se ninguém a visse?
Posted by Picasa

A Beleza

Não há mais ninguém neste momento a presenciar esta paisagem
Serei eu digna de tanta beleza?
Posted by Picasa

Sem Sol


Para haver pôr-do-sol tinha que haver sol, mas neste dia não houve
29/12/08
Posted by Picasa

quinta-feira, dezembro 25, 2008

Corvo em cativeiro



Este Corvo está em cativeiro e fala
Posted by Picasa

segunda-feira, dezembro 22, 2008

Céu de Lisboa


Céu de Lisboa
Posted by Picasa

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Luzes


Rua Augusta: iluminações de Natal.
Posted by Picasa

domingo, dezembro 14, 2008

O Azul Opaco da Terra

Possuído pelo espírito do fogo e pelos raios do sol
É extraído da forja o ferro em chamas transformado
Mais belo, mais luzente que o ouro ou o diamante,

Em breve será apenas uma peça enferrujada e útil,
Depois de ter passado pela água agora turva.
Como um bicho fugente, irascível e leve
O pedaço de ferro atravessa a água, reagindo à sordidez

Tal como ele saibamos possuir a luz:
Assanhados, irascíveis reagir contra os limites
Que nos obrigam a ser pedra ou coisa

Saibamos nós ao menos, nós os senhores do fogo
Ser chama e ser aurora
Ser pedaço de ferro moldado a nosso gosto
Ser cor e luz, ser fogo e ser augúrio

E iluminados partirmos para o azul opaco da terra.
Graciete Nobre
Lisboa, 15\9\96

domingo, dezembro 07, 2008

Chuva Torrencial

Choveu tormentosamente durante muitos dias.
A terra ficou repleta de pequenos lagos, espelhos de água

Estes espelhos espalhados pelo mundo visível
Reflectem a beleza do universo:

Os palácios das cidades, as ervas, as flores, as árvores das florestas
As estrelas, os cometas, a lua, as nuvens, o sol
E o passarinho que bebe a água caída da chuva...
E que se banha satisfeito nas paisagem do ar reflectidas no chão

quarta-feira, novembro 26, 2008

O Velho Moinho

No fundo do vale o ribeiro de águas mansas
macias e tranquilas nos espera


Corre sempre, levemente, lugar escondido de paz
Salgueiros de folhas glaucas como a água se inclinam
no seu curso em solene homenagem.


Para lá chegar temos que descer o monte:
Tojos, silvas, urtigas cor de esmeralda,
ásperas nos arranham a pele.


Não passes, dizem. Não procures o caminho
O ribeiro é um mistério que não deves desvendar
Volta para trás--dizem --pára!


A lua cheia ilumina docemente o ribeiro escondido
atravessando a sombra das altas árvores que o cercam


Parada entre salgueiros a pequena enseada
Devolve à lua os raios de luar
silenciosa homenagem da terra líquida ao universo vazio
O moinho abandonado recorda outros tempos que já foram.


Graciete Nobre

terça-feira, novembro 25, 2008

"Bound for Distant Shores"

"Bound for Distant Shores"

Este é mais um quadro de Vladimir Kush.
Gosto muito deste pintor. Também gosto muito de Salvador Dali, embora sejam bem diferentes... (há quem os confunda). Este é mais ingénuo.
Agrada-me nos dois a criação de amplos espaços para lá do real, com dimensões alteradas como as dos sonhos.
Creio que a pintura conseguiu melhor do que outras artes e do que a literatura exprimir e inventar estas visões, que correspondem ao programa surrealista.
Em Vladimir agrada-me a constante presença do mar, que adquire dimensões interiores e oníricas, mesmo quando apela à distância e ao infinito. Faz-me lembrar aquele poema de Pessoa:
"E outra vez conquistemos a Distância
Do mar ou outra, mas que seja nossa!"
Esta é a nossa Distância.

Ondulações do Oceano



Ripples on the Ocean


Andava à procura desta pintura do surrealista Vladimir Kush. É bonita, não é?

Continuo à procura de uma outra parecida com esta.

É um pintor surrealista russo.

Ver mais em

domingo, novembro 23, 2008

A minha sombra


Auto-retrato da Sombra em Lisboa (como se vê pelo pavimento).
Posted by Picasa

quarta-feira, novembro 19, 2008

Casa Arquetípica



Casinha arquetípica: vejo-a da minha janela e já a fotografei muitas vezes...
Citando Garrett: " Quem terá o bom gosto [...] de morar ali?"
É uma casita pobre e creio que de habitação clandestina, mas a mim parece-me sempre que as casinhas muito simples, muito pequenas e isoladas é que dão a sensação de estar numa casa.
A sensação de estar protegida dos elementos essenciais, chuva, neve...
Agora que ando a experimentar a máquina fotográfica nova, vou publicar fotografias de casinhas minúsculas, dentro e fora de Lisboa.
(Também vou tentar fotografar galinhas, mas isso é para pôr no Terra Imunda. :))
Posted by Picasa

terça-feira, novembro 18, 2008

Portas do Mar: É por aqui que se vai...

Posted by PicasaVejam só os nomes das coisas...
Também é importante que as Portas do Mar sejam escadas.

Portas do Mar

Em pleno cenro de Lisboa, as pessoas têm vasos de plantas à porta das casas...

Escadinhas das Portas do Mar
Também vi isto em Dubrovnik. Creio que tenho essa foto no Terra Imunda. Vou procurá-la.

Posted by Picasa

domingo, novembro 16, 2008




Cais fluvial do Cais do Sodré - edifício novo
Posted by Picasa