sábado, janeiro 03, 2009

Praia Pequena

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quinta-feira, janeiro 01, 2009

Feliz 2009 que hoje começa


Que nos sintamos tão bem durante este ano, como estes patos na água. E na terra. E no ar, pois são patos bravos.

Que tenhamos a oportunidade de experimentar e apreciar, durante este ano, estes três elementos. E mais alguns, se os houver.Posted by Picasa

quarta-feira, dezembro 31, 2008

Idem

Não está mais ninguém neste lugar a olhar este mar e estas terras, esta paisagem mutável e oscilante pela luz.
Serei eu digna de presenciar tanta beleza?
E se ninguém a visse?
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A Beleza

Não há mais ninguém neste momento a presenciar esta paisagem
Serei eu digna de tanta beleza?
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Sem Sol


Para haver pôr-do-sol tinha que haver sol, mas neste dia não houve
29/12/08
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quinta-feira, dezembro 25, 2008

Corvo em cativeiro



Este Corvo está em cativeiro e fala
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segunda-feira, dezembro 22, 2008

Céu de Lisboa


Céu de Lisboa
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quarta-feira, dezembro 17, 2008

Luzes


Rua Augusta: iluminações de Natal.
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domingo, dezembro 14, 2008

O Azul Opaco da Terra

Possuído pelo espírito do fogo e pelos raios do sol
É extraído da forja o ferro em chamas transformado
Mais belo, mais luzente que o ouro ou o diamante,

Em breve será apenas uma peça enferrujada e útil,
Depois de ter passado pela água agora turva.
Como um bicho fugente, irascível e leve
O pedaço de ferro atravessa a água, reagindo à sordidez

Tal como ele saibamos possuir a luz:
Assanhados, irascíveis reagir contra os limites
Que nos obrigam a ser pedra ou coisa

Saibamos nós ao menos, nós os senhores do fogo
Ser chama e ser aurora
Ser pedaço de ferro moldado a nosso gosto
Ser cor e luz, ser fogo e ser augúrio

E iluminados partirmos para o azul opaco da terra.
Graciete Nobre
Lisboa, 15\9\96

domingo, dezembro 07, 2008

Chuva Torrencial

Choveu tormentosamente durante muitos dias.
A terra ficou repleta de pequenos lagos, espelhos de água

Estes espelhos espalhados pelo mundo visível
Reflectem a beleza do universo:

Os palácios das cidades, as ervas, as flores, as árvores das florestas
As estrelas, os cometas, a lua, as nuvens, o sol
E o passarinho que bebe a água caída da chuva...
E que se banha satisfeito nas paisagem do ar reflectidas no chão

quarta-feira, novembro 26, 2008

O Velho Moinho

No fundo do vale o ribeiro de águas mansas
macias e tranquilas nos espera


Corre sempre, levemente, lugar escondido de paz
Salgueiros de folhas glaucas como a água se inclinam
no seu curso em solene homenagem.


Para lá chegar temos que descer o monte:
Tojos, silvas, urtigas cor de esmeralda,
ásperas nos arranham a pele.


Não passes, dizem. Não procures o caminho
O ribeiro é um mistério que não deves desvendar
Volta para trás--dizem --pára!


A lua cheia ilumina docemente o ribeiro escondido
atravessando a sombra das altas árvores que o cercam


Parada entre salgueiros a pequena enseada
Devolve à lua os raios de luar
silenciosa homenagem da terra líquida ao universo vazio
O moinho abandonado recorda outros tempos que já foram.


Graciete Nobre

terça-feira, novembro 25, 2008

"Bound for Distant Shores"

"Bound for Distant Shores"

Este é mais um quadro de Vladimir Kush.
Gosto muito deste pintor. Também gosto muito de Salvador Dali, embora sejam bem diferentes... (há quem os confunda). Este é mais ingénuo.
Agrada-me nos dois a criação de amplos espaços para lá do real, com dimensões alteradas como as dos sonhos.
Creio que a pintura conseguiu melhor do que outras artes e do que a literatura exprimir e inventar estas visões, que correspondem ao programa surrealista.
Em Vladimir agrada-me a constante presença do mar, que adquire dimensões interiores e oníricas, mesmo quando apela à distância e ao infinito. Faz-me lembrar aquele poema de Pessoa:
"E outra vez conquistemos a Distância
Do mar ou outra, mas que seja nossa!"
Esta é a nossa Distância.

Ondulações do Oceano



Ripples on the Ocean


Andava à procura desta pintura do surrealista Vladimir Kush. É bonita, não é?

Continuo à procura de uma outra parecida com esta.

É um pintor surrealista russo.

Ver mais em

domingo, novembro 23, 2008

A minha sombra


Auto-retrato da Sombra em Lisboa (como se vê pelo pavimento).
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quarta-feira, novembro 19, 2008

Casa Arquetípica



Casinha arquetípica: vejo-a da minha janela e já a fotografei muitas vezes...
Citando Garrett: " Quem terá o bom gosto [...] de morar ali?"
É uma casita pobre e creio que de habitação clandestina, mas a mim parece-me sempre que as casinhas muito simples, muito pequenas e isoladas é que dão a sensação de estar numa casa.
A sensação de estar protegida dos elementos essenciais, chuva, neve...
Agora que ando a experimentar a máquina fotográfica nova, vou publicar fotografias de casinhas minúsculas, dentro e fora de Lisboa.
(Também vou tentar fotografar galinhas, mas isso é para pôr no Terra Imunda. :))
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terça-feira, novembro 18, 2008

Portas do Mar: É por aqui que se vai...

Posted by PicasaVejam só os nomes das coisas...
Também é importante que as Portas do Mar sejam escadas.

Portas do Mar

Em pleno cenro de Lisboa, as pessoas têm vasos de plantas à porta das casas...

Escadinhas das Portas do Mar
Também vi isto em Dubrovnik. Creio que tenho essa foto no Terra Imunda. Vou procurá-la.

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domingo, novembro 16, 2008




Cais fluvial do Cais do Sodré - edifício novo
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quinta-feira, novembro 06, 2008

Céu de Lisboa


Céu de Lisboa e Lisboa sob o seu céu.
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sábado, novembro 01, 2008

Mais tintas em Bakersfield





E fica a sugestão que li na net e veiculei aqui. Pode não ser muito legal, mas quem nos impede de imprimir uma fotografia destas, ampliada, mandar encaixilhá-la e pô-la na parede da sala? ou noutra parede, da cozinha, da casa de banho...