sábado, março 10, 2007

quarta-feira, março 07, 2007

Dia da Mulher: 8 de Março

Parabéns a todas as mulheres, meninas, crianças meninas.
Espero um dia ainda na minha vida
Poder dar os parabéns a todos os homens, meninos, crianças meninos,
Pela parte do mundo que não nos foi dada,
Pela parte do mundo criada por nós...

domingo, março 04, 2007

Eclipse

A lua voltou ontem a surpreender-nos, ao ocultar o seu rosto para nos mostrar a face da terra.
Para quem a entendeu, também nos disse que tudo muda, até mesmo a luz do sol.

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Delacroix: A Liberdade Guiando os Povos


Delacroix: A Liberdade Guiando os Povos

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

A Exaltação e as Cinzas

Não celebrei o Carnaval, mas experimentei, por estes dias, a exaltação e as cinzas.

terça-feira, fevereiro 20, 2007

domingo, fevereiro 18, 2007

Poesia no Chão


A poesia e a transgressão estão em toda a parte e também no chão.
Que adianta fazer traços, sinalizar o território,
Se há sempre uma semente escondida, pronta a despontar
ignorando os riscos?
(Docas: Cais da Rocha)
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sábado, fevereiro 17, 2007

sábado, fevereiro 10, 2007

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Ou Estes - Oestes

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domingo, janeiro 28, 2007

Últimos raios do sol de 2007 e primeiras luzes


Docas de Alcântara e Ponte 25 de Abril, Lisboa Posted by Picasa

terça-feira, janeiro 23, 2007

Tejo de Lisboa

 
No mesmo dia Posted by Picasa

Lua de Lisboa de dia

 

Também em 31/1/06 Posted by Picasa

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Fiama Hasse Pais Brandão (1938-2007)

EM GALAFURA

Os povoadores da beira Douro

conhecem o pó e as pedras.

E sabem que o Universo

concebe cerejais e parras.

Vivem como vermes magníficos,

iluminados por dias soalheiros,

obscurecidos pelas invernias.

Fiama Hasse Pais Brandão, in As Fábulas;Famalicão, Quasi Edições, 2002

domingo, janeiro 14, 2007

Oh, quem me dera...



in Revista Pública, 14\1\07 Posted by Picasa

No dia em que eu vir os monges cristãos fazerem isto, volto a ser católica. Até lá...
Não me estou a esquecer de S. Francisco de Assis, nem de Santo António, mas esses já viveram há muito tempo.

Segundo diz a Pública (e deve ser verdade)vivem neste mosteiro budista (na Tailândia) 14 tigres adultos, em liberdade, veados, cavalos e homens. Nem todos os tigres foram criados pelos monges, alguns foram para lá já adultos.

Você acredita em milagres?

quinta-feira, janeiro 11, 2007

Em rascunho, obviamente

Olhando para dentro de si, alguns contemplam apenas o vazio
Olhando para dentro de si, outros encontram uma fonte

Uma fonte de cristal, que muda de cor com a luz do dia e com o sol do ano
E que vai desde a água e até ao fogo

- Dê-me uma pinguinha de água e uma brasinha de lume -
Diziam os antigos, falando à moda antiga

E

Como uma fonte límpida de água e de luz
Dará a beber ou iluminará a quem
Antes só podia ver o vazio e o deserto

segunda-feira, janeiro 08, 2007

Talvez um poema

No fundo do mar, onde ninguém a contempla, a ostra vai tecendo uma pérola.
Em silêncio e na dor.
E a beleza vai sendo criada, sem arestas,
para se perder na areia.

Ou para ser encontrada, muito raramente, às vezes.

Pelo sofrimento e contra ele
Saibamos nós transformar a dor em algo que se perca na areia,
mas que exista um momento e seja belo

segunda-feira, janeiro 01, 2007

domingo, dezembro 31, 2006

Lua de Lisboa de Dia

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sexta-feira, dezembro 29, 2006

E, JÁ AGORA...

"VOU PASSAR O DIA A SINTRA POR NÃO PODER PASSÁ-LO EM LISBOA
MAS QUANDO CHEGAR A SINTRA TEREI PENA DE NÃO TER FICADO EM LISBOA"

TIO FERNANDO (CITADO DE MEMÓRIA, TALVEZ MAL, É O MEU MODO DE LER)
ISTO É INCRÍVEL! NUNCA VOS ACONTECEU CHEGAR A SINTRA E TER PENA DE NÃO TER FICADO EM LISBOA?
TENHO INVEJA DOS GATOS, QUE ADORAM ESTAR ONDE ESTÃO. MAS NÃO INVEJO NADA A SUA INCAPACIDADE DE ADAPTAÇÃO A OUTROS SÍTIOS…
NEM A FALTA DE ESPÍRITO DE AVENTURA DE CERTOS VIVENTES.

quinta-feira, dezembro 21, 2006

Concurso

Quem foi o Tio Chiado

quarta-feira, dezembro 20, 2006

Lisboa by Night com Luzes

 
 
 
Chiado

Concurso: Alguém sabe quem foi o Chiado? Posted by Picasa

Feliz Natal

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Lisboa by night com luzes.
Castelo de S. Jorge ao fundo

domingo, dezembro 17, 2006

Veneza: Grand Canal



Veneza: Grand Canal
Turner

domingo, dezembro 10, 2006

Sobre a Morte

Ouvi outro dia um tio meu dizer assim: " eu qualquer dia tenho que me ir embora". Referia-se à morte.
Há muito tempo não ouvia esta expressão, que, agora à distância, me parece muito bonita: a morte encarada como um regresso a casa. E é uma expressão comum, como se fosse evidente.
Será particularmente interessante para quem nunca sentiu que tivesse uma casa. Pelo menos neste mundo.

À memória do meu pai (e de Mozart): 4 de Dezembro

Não dormes sob os ciprestes,
Pois não há sono no mundo.

O corpo é a sombra das vestes
Que encobrem teu ser profundo.


Fernando Pessoa in "Iniciação"

sábado, dezembro 09, 2006

Autobiografia

Fui uma pessoa livre
Sou uma pessoa livre

quarta-feira, dezembro 06, 2006

Desenho meu a carvão: Terra Imunda

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Acho que ficou por baixo a imagem da 1º versão.

domingo, dezembro 03, 2006

Sobre o Mar

Ando a descobrir o prazer de ler livros fantásticos, que, ou nunca li, ou esqueci.
Isto em parte por estar farta dos romances históricos, que seguem a "receita para fazer literatura original com pouco trabalho", do nosso caro Garrett.
O meu recém-renovado interesse pelo mar levou-me a descobrir, ou talvez a redescobrir Jack London e Conrad.
Encontrei o livro “The Rover” numa tradução francesa e estou a delirar, tanto com o livro como com as descrições em francês, língua poética por excelência. Depois vou lê-lo em inglês ou português, porque gosto de fazer isso.

sábado, dezembro 02, 2006

Outono 2005

No caderno que perdi quando comecei este blog, tinha escrito assim em 26/11/2005:
O outono chegou finalmente, e com ele o Inverno, após um Verão demasiado longo. É bonita a mudança. Apetece estar em casa a ouvir a chuva no telhado. Apetecem muitas coisas diferentes de quando está sol.

Poderia ter escrito isto textualmente hoje mesmo.

sábado, novembro 25, 2006

Imaginem Vocês

Imaginem Vocês que este blog foi criado apenas porque, como disse na ocasião, perdi o caderno em que costumava escrever um diário.
Como se me tinha acabado o papel, passei a escrever aqui. Isto foi em Abril.
Ontem, ao procurar um livro, encontrei o dito diário de papel.
Logicamente, vou deixar de fazer este blog, claro!!!!!!!!
(A NÃO SER QUE VOCÊS ME PEÇAM PARA CONTINUAR). O que está entre parêntesis não tem importância nenhuma.

Esta Terra

Hoje de manhã acordei em Lisboa.

Chovia torrencialmente.

À ida para o trabalho vi o Tejo por entre as cortinas de chuva
No meu trabalho vi o mar e as gentes que lá se encontravam por entre as cortinas de chuva
Ainda bem que eu não nasci nesta terra!
Ainda bem que a vejo como um lugar de aventura, sempre novo,

segunda-feira, novembro 20, 2006

Do que não cantarão as aves do dia?

Gosto de ouvir a chuva a cair assim, com força, lavando o ar, as árvores… as paredes, os telhados,
Mas para onde foram os pássaros?
Estarão molhados, nos ramos, debaixo das folhas,
Transidos, tremendo, no medo da água torrencial?

Do que não cantarão os pássaros do dia?

quinta-feira, novembro 16, 2006

Isto

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Mar

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On the road again

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domingo, novembro 12, 2006

As Minhas Escolhas FIL: Arte Lisboa

No ano passado, na Bienal de Veneza, gostei particularmente de instalações de vídeo, que foi o que de mais moderno e mais conseguido me pareceu encontrar por lá.
É, pois, uma grata surpresa encontrar na FIL: Arte Lisboa obras de pintura e escultura mais convencionais, que me agradaram muito e que partecem indicar um caminho de regresso ao figurativismo naturalista.
As de Leonor de Castro, creio que estão na Galeria S. Francisco.

De Leonor de Castro FIL: FIL: Arte Lisboa

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De Leonor de Castro FIL: FIL: Arte Lisboa

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FIL: Arte Lisboa: De Martinho Costa

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FIL: Arte Lisboa: de Maurizio Savini

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sexta-feira, novembro 10, 2006

Comments

Por lapso, cliquei numa coisa qualquer, que, por lapso, impedia as pessoas de fazerem comentários directamente. Agora já podem.

segunda-feira, novembro 06, 2006

Para a Sandra

O poeta deve ser alguém que sempre viveu no exílio
talvez debaixo das japoneiras ou das magnólias em flor,
talvez longe da pátria, ou, mesmo, pior ainda:
quem sabe, talvez na pátria

O Conhecimento do Deserto

Julguei ter conhecido o deserto, até ao dia em que olhei, por acaso, para o fundo dos olhos dela.
Nesse dia descobri, enquanto olhava para baixo, que o meu deserto era o lugar das caravanas de passagem, o das colinas mutáveis, douráveis ao nascer e pôr do sol, o deserto das miragens, o lugar de onde se sonha a água, de onde se anseia a frescura e a abundância das chuvas torrenciais.


E o deserto dela era apenas a sede.
Sinto ternura por tudo o que começa e por tudo o que termina
talvez, por exemplo, a juventude e a velhice