quarta-feira, dezembro 20, 2006

Feliz Natal

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Lisboa by night com luzes.
Castelo de S. Jorge ao fundo

domingo, dezembro 17, 2006

Veneza: Grand Canal



Veneza: Grand Canal
Turner

domingo, dezembro 10, 2006

Sobre a Morte

Ouvi outro dia um tio meu dizer assim: " eu qualquer dia tenho que me ir embora". Referia-se à morte.
Há muito tempo não ouvia esta expressão, que, agora à distância, me parece muito bonita: a morte encarada como um regresso a casa. E é uma expressão comum, como se fosse evidente.
Será particularmente interessante para quem nunca sentiu que tivesse uma casa. Pelo menos neste mundo.

À memória do meu pai (e de Mozart): 4 de Dezembro

Não dormes sob os ciprestes,
Pois não há sono no mundo.

O corpo é a sombra das vestes
Que encobrem teu ser profundo.


Fernando Pessoa in "Iniciação"

sábado, dezembro 09, 2006

Autobiografia

Fui uma pessoa livre
Sou uma pessoa livre

quarta-feira, dezembro 06, 2006

Desenho meu a carvão: Terra Imunda

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Acho que ficou por baixo a imagem da 1º versão.

domingo, dezembro 03, 2006

Sobre o Mar

Ando a descobrir o prazer de ler livros fantásticos, que, ou nunca li, ou esqueci.
Isto em parte por estar farta dos romances históricos, que seguem a "receita para fazer literatura original com pouco trabalho", do nosso caro Garrett.
O meu recém-renovado interesse pelo mar levou-me a descobrir, ou talvez a redescobrir Jack London e Conrad.
Encontrei o livro “The Rover” numa tradução francesa e estou a delirar, tanto com o livro como com as descrições em francês, língua poética por excelência. Depois vou lê-lo em inglês ou português, porque gosto de fazer isso.

sábado, dezembro 02, 2006

Outono 2005

No caderno que perdi quando comecei este blog, tinha escrito assim em 26/11/2005:
O outono chegou finalmente, e com ele o Inverno, após um Verão demasiado longo. É bonita a mudança. Apetece estar em casa a ouvir a chuva no telhado. Apetecem muitas coisas diferentes de quando está sol.

Poderia ter escrito isto textualmente hoje mesmo.

sábado, novembro 25, 2006

Imaginem Vocês

Imaginem Vocês que este blog foi criado apenas porque, como disse na ocasião, perdi o caderno em que costumava escrever um diário.
Como se me tinha acabado o papel, passei a escrever aqui. Isto foi em Abril.
Ontem, ao procurar um livro, encontrei o dito diário de papel.
Logicamente, vou deixar de fazer este blog, claro!!!!!!!!
(A NÃO SER QUE VOCÊS ME PEÇAM PARA CONTINUAR). O que está entre parêntesis não tem importância nenhuma.

Esta Terra

Hoje de manhã acordei em Lisboa.

Chovia torrencialmente.

À ida para o trabalho vi o Tejo por entre as cortinas de chuva
No meu trabalho vi o mar e as gentes que lá se encontravam por entre as cortinas de chuva
Ainda bem que eu não nasci nesta terra!
Ainda bem que a vejo como um lugar de aventura, sempre novo,

segunda-feira, novembro 20, 2006

Do que não cantarão as aves do dia?

Gosto de ouvir a chuva a cair assim, com força, lavando o ar, as árvores… as paredes, os telhados,
Mas para onde foram os pássaros?
Estarão molhados, nos ramos, debaixo das folhas,
Transidos, tremendo, no medo da água torrencial?

Do que não cantarão os pássaros do dia?

quinta-feira, novembro 16, 2006

Isto

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Mar

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On the road again

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domingo, novembro 12, 2006

As Minhas Escolhas FIL: Arte Lisboa

No ano passado, na Bienal de Veneza, gostei particularmente de instalações de vídeo, que foi o que de mais moderno e mais conseguido me pareceu encontrar por lá.
É, pois, uma grata surpresa encontrar na FIL: Arte Lisboa obras de pintura e escultura mais convencionais, que me agradaram muito e que partecem indicar um caminho de regresso ao figurativismo naturalista.
As de Leonor de Castro, creio que estão na Galeria S. Francisco.

De Leonor de Castro FIL: FIL: Arte Lisboa

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De Leonor de Castro FIL: FIL: Arte Lisboa

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FIL: Arte Lisboa: De Martinho Costa

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FIL: Arte Lisboa: de Maurizio Savini

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sexta-feira, novembro 10, 2006

Comments

Por lapso, cliquei numa coisa qualquer, que, por lapso, impedia as pessoas de fazerem comentários directamente. Agora já podem.